- Marcelo Bonfá, baterista da Legião Urbana, lança o livro em quadrinhos “A minha banda preferida de todos os tempos”.
- A obra será publicada pela editora Brasa em setembro e narra sua trajetória e a história da banda.
- Bonfá utilizou um iPad e o aplicativo Procreate para criar as ilustrações durante as turnês da Legião.
- O livro aborda desde o nascimento do baterista em Itapira até a formação da banda em Brasília, destacando momentos marcantes como os primeiros ensaios com Renato Russo.
- Bonfá continua a fazer shows solo e não deve retornar aos palcos com Dado Villa-Lobos, focando em sua nova fase como artista plástico.
Marcelo Bonfá, baterista da Legião Urbana, lança o livro em quadrinhos “A minha banda preferida de todos os tempos”. A obra, que será publicada pela editora Brasa em setembro, narra sua trajetória e a história da banda, utilizando ilustrações criadas no iPad com o aplicativo Procreate.
Bonfá, que sempre teve uma paixão por desenho, decidiu explorar essa habilidade durante os intervalos das turnês da Legião. Em 2015, ao comemorar os 30 anos da banda, ele adquiriu um iPad e começou a criar ilustrações que agora compõem seu livro. “Sempre gostei de desenhar,” afirma Bonfá, que já havia contribuído com artes para encartes de discos da banda.
A HQ retrata desde o nascimento do baterista em Itapira, interior de São Paulo, até a mudança para Brasília nos anos 1970, onde a Legião Urbana surgiu. Bonfá destaca a importância de consultar amigos e colegas para relembrar histórias, como Evandro Mesquita e Dinho Ouro Preto, que contribuíram com relatos sobre a cena punk da época.
“Não acho que o livro tenha grandes revelações sobre a Legião,” comenta Bonfá, que optou por focar em memórias mais claras. O livro também aborda momentos marcantes, como os primeiros ensaios com Renato Russo e a gravação de álbuns na EMI. Embora não se aprofunde em polêmicas internas, Bonfá menciona a relação com a família de Renato, ressaltando que sempre se deu bem com eles.
Atualmente, Bonfá continua a fazer shows solo, incluindo uma apresentação no Japão. Ele afirma que não deve retornar aos palcos com Dado Villa-Lobos, mas se mostra satisfeito com a nova fase como artista plástico. “Decidi que seria desenhista quando ficasse velho,” conclui, refletindo sobre sua nova jornada criativa.
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