- Amanda Gomes, ex-aluna da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, se apresenta em “O lago dos cisnes” no 42º Festival de Dança de Joinville.
- A apresentação ocorre no Centreventos Cau Hansen, em Joinville, na segunda-feira.
- Amanda, que começou sua formação no Bolshoi aos 10 anos, é atualmente primeira-bailarina da Ópera de Kazan, na Rússia.
- Na montagem, ela interpreta a história de amor com o Príncipe Siegfried, papel que foi interpretado por seu marido, Mikhail Timaev.
- A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil já formou 478 bailarinos de 22 estados, com ex-alunos atuando em 27 países.
Amanda Gomes, ex-aluna da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, se apresenta em “O lago dos cisnes” no 42º Festival de Dança de Joinville, que celebra os 25 anos da instituição. A apresentação ocorre no Centreventos Cau Hansen, em Joinville, na segunda-feira.
Amanda, que começou sua formação no Bolshoi aos 10 anos, é atualmente primeira-bailarina da Ópera de Kazan, na Rússia. Na montagem, ela interpreta a clássica história de amor com o Príncipe Siegfried, papel que foi interpretado por seu marido, Mikhail Timaev, em sua primeira apresentação. A trajetória de Amanda reflete a dedicação de muitos alunos do Bolshoi, que muitas vezes se mudam para Joinville em busca de seus sonhos.
O Bolshoi Brasil já formou 478 bailarinos de 22 estados, com ex-alunos atuando em 27 países. Entre eles, destacam-se Jovani Furlan, no New York City Ballet, e Luís Rego, no Dance Theatre of Harlem. A escola, que não cobra mensalidade e oferece bolsas de estudo, adota o método Agrippina Vaganova, dividido em oito anos de formação.
Cecília Kerche, referência na dança, também participa da montagem como Rainha Mãe e elogia a qualidade da formação oferecida pelo Bolshoi. A escola é vista como um divisor de águas na carreira de muitos bailarinos, incluindo Wagner Carvalho, que também se destacou na Ópera de Kazan.
A maioria dos alunos vive com até dois salários mínimos, e muitos moram em “famílias sociais” para viabilizar a vida longe de casa. O diretor-geral, Pavel Kazarian, destaca que esse perfil econômico pode favorecer a permanência na profissão, já que bailarinos podem não se sentir atraídos por outras carreiras com maior remuneração.
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