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Crianças sem celular: como essa prática pode melhorar a saúde familiar

Crianças enfrentam riscos à saúde devido ao uso excessivo de dispositivos digitais; pai opta por criar filho sem celular e prioriza atividades físicas.

Celular deve ter o uso limitado durante a infância (Foto: Pexels)
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  • O uso excessivo de dispositivos digitais por crianças gera preocupações entre especialistas e pais.
  • A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças menores de dois anos não utilizem esses aparelhos e que o uso em crianças a partir dessa idade seja controlado.
  • Um pai relata sua experiência ao criar seu filho sem celular, destacando a importância de atividades físicas e interações sociais.
  • O menino pratica esportes como surfe e jiu-jitsu, o que contribui para sua saúde física e emocional.
  • O aumento do sedentarismo infantil no Brasil leva a problemas de saúde, como obesidade e hipertensão, tornando essencial a prática regular de exercícios.

O uso excessivo de dispositivos digitais por crianças tem gerado preocupações crescentes entre especialistas e pais. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças com menos de dois anos não utilizem esses aparelhos, e que, a partir dessa idade, o tempo de exposição deve ser rigorosamente controlado. Na adolescência, o uso deve ser monitorado e limitado a no máximo três horas diárias. No entanto, muitos jovens ultrapassam esse limite, resultando em problemas de saúde como ansiedade, distúrbios do sono e irritabilidade.

Um pai compartilha sua experiência ao criar seu filho de 11 anos sem celular, destacando a importância de atividades físicas e interações sociais. Ele e a mãe optaram por essa abordagem para proporcionar ao filho um tempo de qualidade, longe do mundo virtual. O pai enfatiza que a interação real é fundamental para o desenvolvimento emocional e físico das crianças, já que a comunicação digital pode levar ao isolamento social.

Desde pequeno, o menino foi incentivado a praticar esportes e atividades ao ar livre. Atualmente, ele se dedica ao surfe e ao jiu-jitsu, atividades que promovem não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional. O pai observa que essa rotina ativa resulta em um corpo forte, sono de qualidade e equilíbrio emocional. Ele também relembra suas próprias experiências de infância, onde as interações sociais eram predominantemente presenciais, longe das telas.

O aumento do sedentarismo infantil no Brasil é alarmante. Problemas como obesidade, colesterol alto e hipertensão, que antes eram raros entre crianças, estão se tornando comuns. A prática regular de exercícios é essencial para evitar esses problemas e ensinar valores como disciplina e solidariedade. O pai conclui que, apesar de seu filho ter amigos com celulares, ele entende que a verdadeira vida acontece fora das telas, em contato com a natureza e as pessoas ao seu redor.

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