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Tony Ramos destaca influência da avó na sua educação sobre sexualidade

Tony Ramos revela como a educação matriarcal moldou sua visão sobre paternidade e relações de gênero em entrevista recente

Tony Ramos — Foto: Leo Martins
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  • Tony Ramos compartilhou experiências de sua educação matriarcal em entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’.
  • O ator relembrou que sua avó, Maria das Dores, foi a primeira a abordar o tema sexo com ele aos treze anos.
  • Ele destacou a ausência do pai biológico, mas afirmou que sempre buscou ser um pai presente para seus filhos.
  • Ramos comentou sobre a visão da separação dos pais em sua infância, ressaltando a influência das mulheres de sua família em sua formação.
  • O ator enfatizou que essa educação o ajudou a respeitar as mulheres e a ter uma visão progressista sobre gênero.

Tony Ramos, renomado ator brasileiro, compartilhou em entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’ experiências marcantes de sua criação matriarcal. Durante a conversa com a jornalista Maria Fortuna, ele relembrou a influência de sua avó, Maria das Dores, que foi a primeira a abordar o tema sexo com ele, quando tinha apenas 13 anos. A educação recebida das mulheres de sua família moldou sua visão sobre o papel de cada um na sociedade, afastando-o de uma perspectiva machista.

Ramos destacou que a ausência do pai biológico não o impediu de se tornar um pai presente para seus filhos, Andrea e Rodrigo. Ele afirmou que, apesar das dificuldades, sempre buscou estar próximo deles, mesmo que sua carreira o mantivesse ocupado. “Não sou totalmente em paz com isso, mas minha presença se fazia no leito de cada um”, disse o ator, refletindo sobre a importância do afeto na paternidade.

O ator também comentou sobre como a separação dos pais era encarada em sua infância, nos anos 1950 e 1960. “Naquela época, casais que se separavam não mantinham essa convivência”, lembrou. Para ele, a educação que recebeu das mulheres de sua vida lhe proporcionou um olhar mais amplo e respeitoso sobre as relações, sem a possessividade típica do machismo.

Ramos enfatizou que sua formação familiar o ajudou a se tornar um homem que respeita as mulheres e que não se vê como um macho “chista”. Ele atribui sua visão progressista sobre gênero à forte influência de sua mãe e avó, que sempre trabalharam e lutaram por seus direitos. “Vi minha mãe trabalhar em três lugares como professora”, destacou, ressaltando a força das mulheres em sua vida.

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