Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Empresa júnior impulsiona universitários a empreender e explorar o mercado de trabalho

Empresas juniores impulsionam o empreendedorismo entre jovens, com destaque para a inclusão de grupos minoritários e o desenvolvimento de habilidades práticas

Renan Nishimoto, CEO e cofundador da startup Minehr, iniciou sua trajetória empreendedora ainda na graduação e, em 2018, liderou uma rede de 30 mil jovens empreendedores como presidente da Brasil Júnior (Foto: Lucas Seixas/Folhapress)
0:00
Carregando...
0:00
  • As empresas juniores são uma plataforma importante para estudantes universitários que desejam empreender.
  • Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelou que trinta por cento dos jovens brasileiros entre dezoito e vinte e sete anos desejam abrir seu próprio negócio.
  • O desejo de empreender é mais forte entre jovens pretos (trinta e um por cento) e pardos (trinta e dois por cento).
  • A Brasil Júnior, que faturou R$ 8 milhões em 2024, conecta teoria e prática, ajudando os alunos a desenvolver habilidades práticas.
  • A FEA Júnior, da Universidade de São Paulo (USP), investiu mais de R$ 200 mil em ações de diversidade desde 2023, promovendo inclusão e coletivos para grupos minoritários.

As empresas juniores têm se destacado como uma importante plataforma para estudantes universitários que desejam empreender. Recentemente, uma pesquisa da Unifesp revelou que 30% dos jovens brasileiros entre 18 e 27 anos almejam abrir seu próprio negócio. O estudo, que ouviu 1.034 jovens de diversas regiões, mostra que o desejo de empreender é mais forte entre jovens pretos (31%) e pardos (32%).

Essas organizações permitem que os alunos vivenciem a gestão de um negócio real, desenvolvendo habilidades práticas. Caio Leal, presidente executivo da Brasil Júnior, destaca que as empresas juniores oferecem experiências que conectam teoria e prática, reduzindo a lacuna comum no ensino superior. Em 2024, a Brasil Júnior faturou R$ 8 milhões, com soluções criadas por empresas universitárias.

Renan Nishimoto, cofundador da startup Minehr, exemplifica o impacto das empresas juniores em sua trajetória. Ele iniciou sua carreira empreendedora na Pro Junior, onde formou uma rede de contatos que foi crucial para o sucesso de sua empresa, que já atende grandes clientes como Stone e Vivo. Nishimoto enfatiza que a experiência em uma empresa júnior foi fundamental para seu desenvolvimento profissional.

Oportunidades e Inclusão

A FEA Júnior, ligada à USP, também tem se destacado por seu papel na inclusão e diversidade. O presidente Philipe Ropke afirma que a organização apoia empresas de todos os tamanhos e investiu mais de R$ 200 mil em ações voltadas para diversidade desde 2023. A FEA Júnior promove coletivos para grupos minoritários, organizando eventos que fomentam o debate sobre inclusão.

Além de desenvolver habilidades técnicas, a participação em empresas juniores permite que os estudantes aprimorem soft skills, como liderança e trabalho em equipe. O professor Eugênio José Silva Bitti ressalta que essas experiências ajudam os alunos a descobrir seu perfil profissional e a identificar onde podem fazer a diferença no mercado de trabalho.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais