- Pesquisadores farão uma manifestação em Brasília nesta terça-feira, 12 de agosto, para exigir um reajuste de 10% nas bolsas de pesquisa e a criação de novas oportunidades.
- A mobilização é organizada pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e busca melhores condições de trabalho na pós-graduação.
- As principais reivindicações incluem o aumento das bolsas de mestrado de R$ 2.100 para R$ 2.310, das de doutorado de R$ 3.100 para R$ 3.410 e das de pós-doutorado de R$ 5.200 para R$ 5.750.
- Além do reajuste, os pesquisadores pedem a criação de 2.351 novas bolsas de mestrado, 1.876 de doutorado e 2.040 de pós-doutorado, beneficiando cerca de 180 mil bolsistas.
- A ANPG se reunirá com representantes dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, Educação e Fazenda para discutir as reivindicações ao longo da semana.
Pesquisadores realizarão uma manifestação em Brasília nesta terça-feira (12) para exigir um reajuste de 10% nas bolsas de pesquisa e a criação de novas oportunidades. A mobilização é organizada pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e busca melhores condições de trabalho na pós-graduação.
A principal reivindicação é que as bolsas de mestrado passem de R$ 2.100 para R$ 2.310, enquanto as de doutorado aumentem de R$ 3.100 para R$ 3.410. As bolsas de pós-doutorado também estão na pauta, com um pedido de elevação de R$ 5.200 para R$ 5.750. O último reajuste, de 40%, foi concedido pelo governo Lula no início de 2023, após uma longa espera desde 2013.
Novas Bolsas e Direitos Previdenciários
Além do reajuste, os pesquisadores solicitam a criação de 2.351 novas bolsas de mestrado, 1.876 de doutorado e 2.040 de pós-doutorado. Segundo a ANPG, essas medidas poderiam beneficiar cerca de 180 mil bolsistas em todo o Brasil. Outra demanda importante é a inclusão dos pesquisadores no Regime Geral de Previdência Social, conforme proposta da deputada federal Alice Portugal (PCdoB).
A ANPG se reunirá ao longo da semana com representantes dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Educação (MEC) e Fazenda para discutir as reivindicações. A expectativa é que as negociações avancem e tragam melhorias significativas para a comunidade acadêmica.
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