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Rafaela Azevedo anuncia nova temporada do sucesso ‘King Kong Fran’ no teatro

Rafaela Azevedo lança crowdfunding para a nova parte da trilogia, que aborda a opressão religiosa; apoio é essencial até 26 de agosto

Com necessidade urgente de falar sobre o tema, à época, Rafaela levantou a peça por meio de um crowdfunding de R$ 30 mil (Foto: Divulgação)
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  • A atriz e palhaça carioca Rafaela Azevedo se destacou com o espetáculo “King Kong Fran”, que aborda a violência de gênero de forma provocativa e humorística.
  • Desde sua estreia em 2022, a peça teve 400 apresentações e atraiu cerca de 120 mil espectadores em turnês pelo Brasil e no exterior.
  • Rafaela está desenvolvendo a segunda parte da trilogia, chamada “A igreja da Fran”, com estreia prevista para o próximo ano.
  • O novo projeto explora a opressão ligada à religião e será financiado novamente por crowdfunding, com prazo até 26 de agosto na plataforma Benfeitoria.
  • Azevedo enfatiza a importância de dar voz às vítimas e destaca que muitas mulheres se sentiram encorajadas a denunciar após assistirem à peça.

A atriz e palhaça carioca Rafaela Azevedo, de 34 anos, se destacou com o espetáculo “King Kong Fran”, que aborda a violência de gênero de forma provocativa e humorística. Desde sua estreia em 2022, a peça lotou salas no Brasil e em turnês internacionais, incluindo cidades como Lisboa, Londres e Paris. O espetáculo, que foi financiado por crowdfunding, arrecadou R$ 30 mil e já teve 400 apresentações para cerca de 120 mil espectadores.

Agora, Rafaela está desenvolvendo a segunda parte de sua trilogia, intitulada “A igreja da Fran”, com estreia prevista para o próximo ano. Este novo projeto explora a opressão ligada à religião, sem criticar a fé, mas sim líderes que perpetuam abusos. O financiamento será novamente realizado por meio de crowdfunding, com prazo até 26 de agosto na plataforma Benfeitoria.

Azevedo compartilha que a primeira parte da trilogia foi inspirada por uma experiência pessoal de violência que sofreu. Ela destaca a importância de dar voz às vítimas, afirmando que “o que mantém esses criminosos soltos é o silêncio”. Muitas mulheres relataram que se sentiram encorajadas a denunciar após assistirem à peça. A atriz Débora Falabella, que também aborda a violência feminina em seu trabalho, elogiou Rafaela, afirmando que sua arte é libertadora e impactante.

A jornalista Cristina Fibe ressalta a habilidade de Rafaela em criar um espaço onde as mulheres podem se expressar e os homens são convidados a refletir sobre suas ações. Com a continuação da trilogia, Azevedo promete mais provocações e reflexões sobre temas urgentes da sociedade contemporânea.

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