- Tereza Seiblitz, atriz brasileira conhecida por novelas dos anos 1990, retorna aos palcos com o monólogo “Carangueja” e participa do “Dança dos famosos”.
- Após um longo afastamento da TV, a atriz reflete sobre a experiência de ser “invisível” e a importância do anonimato para sua carreira.
- Tereza esclarece que seu afastamento de 22 anos não foi planejado, mas resultado da falta de convites e da dedicação aos filhos.
- O monólogo “Carangueja” explora a vida de uma mulher em um manguezal e está em cartaz no Teatro Poeirinha, no Rio de Janeiro, até o dia 27.
- A peça convida o público a interagir com o ecossistema, abordando questões sobre identidade e transitoriedade da vida.
Tereza Seiblitz, atriz brasileira famosa por seus papéis em novelas dos anos 1990, como “Barriga de aluguel” e “Renascer”, retorna aos palcos com o monólogo “Carangueja” e participa da nova edição do “Dança dos famosos”. Após um longo afastamento da TV, a artista reflete sobre a experiência de ser “invisível” e a importância do anonimato em sua vida.
Recentemente, Tereza explicou que sua afirmação sobre gostar de ser “invisível” foi mal interpretada. Ela esclarece que, como atriz, o anonimato é essencial para que seus personagens possam surgir. “Enquanto pessoa física, preciso mesmo desaparecer em alguns momentos”, afirma. A atriz, que ficou 22 anos sem papéis fixos, destaca que o afastamento não foi planejado, mas uma consequência da escassez de convites e da dedicação aos filhos.
O retorno de Tereza à televisão inclui papéis na novela “Volta por cima” e na minissérie “Justiça 2”. Além disso, sua participação no “Dança dos famosos” foi uma iniciativa própria, após se inspirar em postagens de colegas. “Imagine só um trabalho em que você aprende vários ritmos de dança!”, diz a atriz, que se considera desafiada e divertida com a experiência.
O Monólogo “Carangueja”
O monólogo “Carangueja”, escrito por Tereza, explora a vida de uma mulher em um manguezal, refletindo sobre questões existenciais. A peça, que está em cartaz no Teatro Poeirinha, no Rio de Janeiro, até o dia 27, será apresentada em outras cidades, como São Luís e Brasília. “A vida é movimento, e o manguezal é a representação disso”, explica a atriz.
A montagem convida o público a interagir com a textura do ecossistema, simbolizando a interconexão da vida. Tereza compartilha que sua experiência no manguezal a impactou profundamente, levando-a a criar uma narrativa que questiona a identidade e a transitoriedade da vida. “A morte também está dentro da vida”, conclui, ressaltando a complexidade do tema abordado na peça.
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