- A PwC intensificou o monitoramento da presença de funcionários no Reino Unido, utilizando um painel que rastreia entradas com crachá e conexões WiFi.
- A medida, anunciada em setembro, gerou preocupações sobre vigilância e possíveis sanções.
- Os colaboradores devem trabalhar no escritório ou em locais de clientes pelo menos três dias por semana, com consequências para quem não cumprir essa cota.
- A diretora de pessoas da PwC no Reino Unido, Phillippa O’Connor, afirmou que o monitoramento visa combater a não conformidade persistente e não penaliza aqueles com dificuldades.
- A empresa destaca benefícios do trabalho presencial e mantém flexibilidade para quem não pode comparecer por motivos válidos.
A PwC intensificou o monitoramento da presença de seus funcionários no Reino Unido, utilizando um painel que rastreia entradas com crachá e conexões WiFi. Essa medida, anunciada em setembro, gerou preocupações entre os colaboradores sobre a vigilância e possíveis sanções.
Os funcionários devem trabalhar no escritório ou em locais de clientes pelo menos três dias por semana. Aqueles que não cumprirem essa cota podem enfrentar consequências formais, impactando suas avaliações de desempenho e bônus. O painel, disponível para supervisores desde abril, classifica os colaboradores como “âmbar” se a presença for inferior a 60% e “vermelho” se ficar abaixo de 40%.
A diretora de pessoas da PwC no Reino Unido, Phillippa O’Connor, reconheceu as preocupações sobre se essa abordagem está alinhada com a filosofia de “confiança” e “empoderamento” da empresa. O’Connor afirmou que o monitoramento visa combater a não conformidade persistente e não penaliza aqueles que enfrentam dificuldades, como problemas de saúde ou familiares.
Além disso, a PwC ressalta que há benefícios claros no trabalho presencial, que foram comprovados desde a adoção do modelo híbrido. A empresa se compromete a manter a flexibilidade, incluindo concessões para aqueles que não conseguem comparecer ao escritório por motivos válidos. A rival EY já utiliza dados de cartões de acesso para monitorar a presença, enquanto a Deloitte mantém uma política mais flexível.
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