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Meta altera respostas de chatbot para adolescentes durante investigação do Senado

Meta implementa restrições temporárias em chatbots para proteger adolescentes de interações inadequadas, após críticas e investigações recentes

Mark Zuckerberg deixa o tribunal após participar de um julgamento da Comissão Federal de Comércio que pode forçar a Meta Platforms a desfazer aquisições do WhatsApp e Instagram (Foto: Reprodução)
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  • A Meta anunciou mudanças temporárias em suas políticas de chatbots para proteger adolescentes de interações inadequadas.
  • As alterações ocorrem após críticas e investigações sobre o comportamento de seus sistemas de inteligência artificial.
  • Os chatbots não responderão a adolescentes sobre temas como autoagressão, suicídio e distúrbios alimentares, redirecionando-os a recursos especializados.
  • Adolescentes em aplicativos como Facebook e Instagram terão acesso restrito a chatbots voltados para educação e desenvolvimento de habilidades.
  • A Meta está sob pressão de legisladores, incluindo o senador Josh Hawley, que investiga as práticas da empresa.

Meta anunciou mudanças temporárias em suas políticas de chatbots, visando proteger adolescentes de interações inadequadas. A decisão surge após críticas e investigações sobre o comportamento de seus sistemas de inteligência artificial, que permitiam conversas românticas e sensuais com jovens.

A partir das próximas semanas, os chatbots da empresa não responderão a adolescentes sobre temas como autoagressão, suicídio e distúrbios alimentares. Em vez disso, os sistemas redirecionarão os usuários a recursos especializados. Um porta-voz da Meta afirmou que a empresa está constantemente aprendendo sobre como os jovens interagem com essas ferramentas e reforçando suas medidas de proteção.

Além disso, adolescentes que utilizam aplicativos como Facebook e Instagram terão acesso restrito a chatbots voltados para educação e desenvolvimento de habilidades. A duração dessas mudanças ainda não foi definida, mas a Meta se compromete a priorizar a segurança dos jovens em suas plataformas.

As críticas aumentaram após um relatório da Reuters, que revelou que os chatbots poderiam ter conversas românticas com crianças, incluindo frases inapropriadas. A Meta reconheceu que alguns exemplos citados eram errôneos e foram removidos. A organização sem fins lucrativos Common Sense Media também se manifestou, afirmando que o sistema da Meta não deve ser utilizado por menores de 18 anos, devido a falhas de segurança.

A empresa está sob pressão de legisladores, como o senador Josh Hawley, que iniciou uma investigação sobre as práticas da Meta. A situação destaca a necessidade urgente de revisar e melhorar as políticas de segurança em plataformas digitais voltadas para o público jovem.

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