- Cindy Cohn, ex-diretora executiva da Electronic Frontier Foundation (EFF), anunciou seu retorno à advocacia ativa.
- Ela focará em questões de privacidade e segurança e está escrevendo um livro intitulado “Privacy’s Defender”, com lançamento previsto para a primavera de 2024.
- Durante sua gestão na EFF, Cohn lutou contra a vigilância governamental e defendeu reformas nas leis de crimes cibernéticos.
- Em entrevista à WIRED, ela destacou a necessidade de uma lei nacional de privacidade robusta e mencionou os esforços da EFF na Califórnia para proteger os direitos dos cidadãos.
- Cohn se considera “mais uma guerreira do que uma gestora” e enfatizou a importância de uma sociedade civil digital forte.
Cindy Cohn, ex-diretora executiva da Electronic Frontier Foundation (EFF), anunciou seu retorno à advocacia ativa após deixar a liderança da organização. Cohn, que se destacou em casos emblemáticos como o de Bernstein v. Department of Justice, planeja focar em questões de privacidade e segurança. Além disso, está escrevendo um livro intitulado “Privacy’s Defender”, previsto para ser lançado na primavera de 2024.
Durante sua gestão na EFF, Cohn liderou a luta contra a vigilância governamental e defendeu reformas nas leis de crimes cibernéticos. Em entrevista à WIRED, ela refletiu sobre as vitórias da EFF na área de criptografia e os desafios contínuos relacionados à vigilância da NSA. Cohn destacou que, embora algumas batalhas tenham sido vencidas, a luta contra a vigilância em massa e o uso indevido de justificativas de segurança nacional ainda está longe de ser concluída.
Cohn também mencionou a evolução do cenário de privacidade, onde a desconfiança em relação às promessas das empresas de tecnologia tem crescido. Ela ressaltou a importância de uma lei nacional de privacidade robusta e mencionou os esforços da EFF em nível estadual, especialmente na Califórnia, onde a organização tem trabalhado para aprovar legislações que protejam os direitos dos cidadãos.
A ex-diretora expressou sua intenção de se envolver mais diretamente na defesa dos direitos digitais, afirmando que se considera “mais uma guerreira do que uma gestora”. Cohn acredita que a necessidade de uma sociedade civil digital forte é crucial em um momento em que a tecnologia desempenha um papel central na proteção das liberdades individuais.
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