- Gloria Patricia Perdomo foi nomeada nova ministra das Tecnologias da Informação e Comunicações da Colômbia, substituindo Julián Molina.
- A mudança ocorre após a saída de Molina, que deixou o cargo após seis meses.
- A nomeação de Perdomo faz parte de uma reestruturação ministerial do governo de Gustavo Petro, visando cumprir a exigência legal de 50% de mulheres em altos cargos.
- Perdomo possui quase 14 anos de experiência no Ministério das Tecnologias da Informação e Comunicações, onde atuava como assessora.
- A saída de Molina se deu após a derrota do governo na eleição de um novo magistrado da Corte Constitucional, levando a uma reavaliação da equipe ministerial.
Gloria Patricia Perdomo foi nomeada nova ministra das Tecnologias da Informação e Comunicações da Colômbia, substituindo Julián Molina, que deixou o cargo após apenas seis meses. A mudança faz parte de uma reestruturação ministerial promovida pelo governo de Gustavo Petro, que busca atender à exigência legal de ter 50% de mulheres em altos cargos.
Perdomo, engenheira eletrônica formada pela Universidade Santo Tomás e com mestrado em Gerência Estratégica de Tecnologias da Informação, já possui quase 14 anos de experiência no Ministério das TIC, onde atuava como assessora. Sua trajetória inclui cargos técnicos e operacionais, mas não de representação política. Ela é a quarta ministra a ocupar essa pasta sob a gestão de Petro, que já teve Sandra Urrutia e Mauricio Lizcano como titulares.
A saída de Molina ocorreu após a derrota do governo na eleição de um novo magistrado da Corte Constitucional, onde o Senado escolheu Carlos Camargo, um candidato conservador, em vez da jurista apoiada pela coalizão governista. Essa situação levou Petro a reavaliar sua equipe, resultando na renúncia de ministros considerados aliados do partido La U, entre outros.
Além da nomeação de Perdomo, há rumores sobre mais mudanças no governo, que já conta com cerca de 60 ministros em três anos de mandato, um número sem precedentes. A nova ministra representa um passo importante para o cumprimento das metas de gênero no governo, reforçando a presença feminina em posições de liderança.
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