- Cinquenta escultores do Reino Unido receberão £2.000 cada da Henry Moore Foundation, totalizando £100.000 em subsídios.
- A iniciativa visa apoiar os artistas diante da crise do custo de vida e cortes de financiamento no setor cultural.
- Os recursos são não restritos, permitindo uso para materiais, aluguel de estúdio ou cobrir lacunas financeiras.
- Godfrey Worsdale, diretor da fundação, destaca a importância do financiamento não restrito para o desenvolvimento das práticas artísticas.
- O Artist Award Scheme foi lançado em 2020 e continua a oferecer suporte a artistas em 2023.
Cinquenta escultores do Reino Unido receberão £2.000 cada da Henry Moore Foundation, totalizando £100.000 em subsídios. Essa iniciativa visa apoiar os artistas diante da atual crise do custo de vida e cortes de financiamento no setor cultural. Os recursos, parte do Artist Award Scheme, são não restritos, permitindo que os beneficiários utilizem o valor para adquirir materiais, pagar aluguel de estúdio ou cobrir lacunas financeiras.
Godfrey Worsdale, diretor da fundação, destaca que financiamento não restrito é raro, mas essencial para os artistas. Ele afirma que esses prêmios honram o legado de Henry Moore, permitindo que escultores sustentem e desenvolvam suas práticas artísticas. Os selecionados foram indicados por um painel de 25 profissionais da arte, representando diversas regiões do Reino Unido e Irlanda do Norte.
Entre os beneficiários, a artista de Essex, Rebecca Moss, comenta que o apoio chegou em um momento crucial, permitindo a exploração de novas possibilidades em seu trabalho. A artista grega Stella Baraklianou também expressou que os fundos a ajudarão a experimentar novos materiais e processos. Para Andrew Gannon, de Edimburgo, o subsídio é a diferença entre criar ou não, especialmente enquanto se prepara para uma exposição.
O Artist Award Scheme foi lançado em 2020, durante a pandemia de Covid-19, e continua a oferecer suporte a artistas em 2023. Entre os premiados anteriores estão a vencedora do Turner Prize 2024, Jasleen Kaur, e Manon Awst, que representará o País de Gales na Bienal de Veneza 2026. A fundação, que homenageia a trajetória de Henry Moore, busca garantir que a arte continue a desafiar e inspirar a sociedade.
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