- O Novo Pronacampo, criado pela Portaria nº 538 em julho de 2025, visa ampliar e qualificar a educação no campo, nas águas e nas florestas.
- Até setembro de 2025, 73,5% dos municípios do Nordeste aderiram à iniciativa, com a Paraíba destacando-se com 95,8% de adesão.
- O levantamento do Ministério da Educação (MEC) mostrou que o Nordeste possui 1.283 municípios elegíveis, enquanto o Sul tem apenas 26,3% de adesão.
- A adesão ao Novo Pronacampo é voluntária e aberta até 5 de outubro, realizada por meio da assinatura de um termo no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).
- O MEC, em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), promoveu um encontro online para esclarecer dúvidas e apresentar os benefícios da política.
O Novo Pronacampo, lançado pela Portaria nº 538 em julho de 2025, tem como objetivo ampliar e qualificar a educação no campo, nas águas e nas florestas. Recentemente, o Ministério da Educação (MEC) divulgou que 73,5% dos municípios do Nordeste aderiram à iniciativa até setembro de 2025. A Paraíba se destaca com 95,8% de adesão.
O levantamento, realizado em 1º de outubro, revelou que o Nordeste lidera em adesão, com 1.283 municípios elegíveis. O Acre, com 100% de adesão, é o estado com o maior percentual nacional. Em contraste, o Sul apresenta o menor índice, com apenas 26,3% dos municípios aderindo à política.
Detalhes da Adesão
A adesão ao Novo Pronacampo permanece aberta até 5 de outubro e é voluntária, realizada por meio da assinatura de um termo no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). O MEC disponibilizou um Guia de Navegação para auxiliar os gestores nesse processo.
Para incentivar a adesão, o MEC, em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), promoveu um encontro online. O objetivo é esclarecer dúvidas e apresentar os benefícios da política, que busca garantir a permanência e a qualidade da educação no campo.
Metas e Estrutura
Entre as metas do Novo Pronacampo estão a melhoria da infraestrutura das escolas, a formação de professores e a disponibilização de materiais específicos para os alunos. A política também visa estruturar um sistema de avaliação e monitoramento da educação para os povos do campo, das águas e das florestas, além de consolidar diretrizes curriculares específicas.
Com essa iniciativa, o MEC busca promover uma educação mais inclusiva e adaptada às necessidades das comunidades rurais, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico dessas regiões.
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