- O MEC incentivará cem cursos de extensão para formação de docentes sobre cultura afro‑brasileira, com até R$ 41,6 mil cada, em parceria com o Instituto Federal da Bahia (IFBA).
- A Escola Nego Bispo selecionou os cem cursos com distribuição equitativa por regiões e estados, buscando abrangência nacional.
- Os cursos devem contar com mestres ou mestras de saberes tradicionais e promover conhecimentos sobre as culturas afro‑brasileira e quilombola, fortalecendo práticas antirracistas.
- A ação integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico‑Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), criada pela Portaria 470/2024, voltada à formação inicial de docentes.
- O objetivo é promover saberes tradicionais e decolonialidade nas formações, contribuindo para a efetividade das leis 10.639/2003 e 22.645/2008.
O MEC anunciou a seleção de 100 cursos de extensão destinados à formação inicial de docentes, com foco em cultura afro-brasileira, quilombola e saberes tradicionais. Cada curso poderá receber até R$ 41,6 mil para ações de formação.
A iniciativa é realizada em parceria com o Instituto Federal da Bahia (IFBA) e integra ações da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Rraciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). O objetivo é fortalecer práticas educativas antirracistas.
Os recursos serão distribuídos de forma equitativa entre regiões e estados, assegurando abrangência nacional. Os cursos devem envolver mestres ou mestras de saberes tradicionais e disseminar conhecimentos das culturas afro-brasileiras e quilombolas.
A Pneerq, criada pela Portaria 470/2024, orienta ações para superar desigualdades étnico-raciais e promover a educação para a população quilombola. O programa busca pluralidade pedagógica e epistemológica nas formações docentes.
Detalhes operacionais
A seleção priorizou a diversidade regional e o alcance nacional, com ações alinhadas às leis 10.639/2003 e 22.645/2008, que tornam obrigatórios o ensino sobre histórias e culturas afro-brasileiras e indígenas na educação básica.
Escolas e gestores participarão do desenho das formações, visando ampliar o protagonismo de sujeitos, trajetórias e territórios na Educação Escolar.
Assessoria de Comunicação Social do MEC informou que a iniciativa envolve a Secadi (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão).
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