- O Ministério da Educação recebeu, em 21 de janeiro, representantes da Embaixada da Austrália para discutir cooperação e intercâmbio acadêmico entre os dois países.
- O encontro destacou a busca por um modelo de parceria mais sofisticado e de longo prazo, indo além da mobilidade estudantil.
- O novo conselheiro de Educação e Pesquisa da Embaixada da Austrália no Brasil, Pete Nolan, participou apresentando a visão de cooperação ampliada em pesquisa e desenvolvimento.
- Dados apresentados indicam que existem cerca de oitenta mil brasileiros residindo na Austrália, dos quais vinte e quatro mil são estudantes, com114 instrumentos de cooperação entre instituições de ensino superior.
- A reunião também ressaltou convergência de políticas públicas, como expansão da educação a distância, e o interesse em ampliar o intercâmbio de pessoas e experiências, incluindo educação profissional e tecnológica.
O Ministério da Educação (MEC) recebeu representantes da Embaixada da Austrália para discutir novas perspectivas de cooperação e intercâmbio acadêmico. O encontro ocorreu na quarta-feira, 21 de janeiro, em Brasília, com foco em fortalecer laços entre Brasil e Austrália.
Entre os temas, destacou-se a estratégia de cooperação de longo prazo, muito além da mobilidade estudantil. Participou o novo conselheiro de Educação e Pesquisa da Embaixada, Pete Nolan, que comentou a evolução para parcerias sólidas em pesquisa e desenvolvimento.
Segundo Nolan, a Austrália abriga hoje cerca de 80 mil residentes brasileiros, dos quais 24 mil são estudantes. O país já mantém 114 instrumentos de cooperação vigentes entre IES brasileiras e australianas, apontando para uma integração acadêmica robusta.
Convergência de políticas públicas
O MEC ressaltou a proximidade entre Brasil e Austrália em áreas como EaD e educação profissional e tecnológica. Há interesse em ampliar o intercâmbio de pessoas e experiências em bases equitativas, incluindo a vinda de estudantes e pesquisadores australianos ao Brasil.
Relações bilaterais
As relações diplomáticas, estabelecidas em 1945, são pautadas por afinidades entre ambas as nações. Países continentais com economias fortes, as duas sociedades convivem com foco em ciência, educação e produção agropecuária e mineral, facilitando projetos conjuntos.
*Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais (AAI)*
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