- Thais Pianucci, diretora-geral da Alura, disse que liderar é criar condições para o crescimento do outro, e não apenas aparecer.
- A Alura é escola on-line de tecnologia, com mais de 1.600 cursos, além de formações intensivas e trilhas para certificações.
- No mês das mulheres, ela afirma que estar à frente de um ecossistema de tecnologia no Brasil traz responsabilidade e oportunidade, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo atual.
- Segundo o estudo W-Tech 2025, do Softex, apenas 19,2% dos especialistas em Tecnologia da Informação no Brasil são mulheres.
- Thais ressalta que o problema não é a capacidade, mas o acesso, a segurança psicológica e a oportunidade, e defende que tecnologia é linguagem que pode ser de todos.
Thais Pianucci, diretora-geral da Alura, afirma que liderar é criar condições para o crescimento do time, e não apenas aparecer. A liderança, segundo ela, envolve responsabilidade e oportunidades no ecossistema de tecnologia.
A Alura é uma escola online de tecnologia com mais de 1.600 cursos, formações intensivas e trilhas para certificações do setor. O foco é democratizar o acesso ao conhecimento e ampliar impactos sociais.
Durante o mês das mulheres, Thais destacou que estar à frente de uma empresa de tecnologia no Brasil, sendo mulher, traz responsabilidades e oportunidades. Ela foi a primeira mulher a ocupar o cargo atual.
Desafios da presença feminina na tecnologia
Para a diretora, a presença feminina amplia a mesa de decisões e traz diversidade de perspectivas. Ela aponta que ainda existe um imaginário de que tecnologia não é lugar de mulher.
A dirigente reforça que a tecnologia, vista como linguagem do mundo digital, é acessível a todos quando há segurança psicológica e oportunidades. A transformação social passa pela democratização do conhecimento.
Antes de migrar para tecnologia, Thais atuava no mercado financeiro. A mudança foi motivada pelo descompasso entre o sucesso técnico e o desejo de impactar a vida das pessoas de forma mais direta.
Motivações para a transição
Ela explicou que buscava um mercado onde pudesse gerar impacto social tangível, alinhado a uma visão mais ampla de mundo. A liderança, segundo a diretora, depende de estruturar decisões que acolham pluralidade.
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