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ONG oferece bolsas para estudantes negros que estudam no exterior

Fundo Baobá lança o programa Black STEM, com três bolsas de 42 mil reais para estudantes negros no exterior em STEM, com mentoria e suporte

Mulheres negras do Centro-Oeste promovem concontro para organizar a Marcha das Mulheres Negras por Reação e Bem Viver (MMN2025), prevista para acontecer em 2025. Na foto, Fernanda Lopes, do Fundo Baobá pela Equidade Racial
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  • O Fundo Baobá lançou o programa Black STEM, oferecendo três bolsas de R$ 42 mil para pessoas negras que já estudam no exterior em áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.
  • Além do auxílio financeiro, o programa inclui mentorias, workshops, conexões com lideranças negras e acompanhamento psicológico.
  • A bolsa tem duração inicial de 12 meses, com possibilidade de renovação até o final do curso, mediante cumprimento de metas e compromissos.
  • Requisitos: brasileiro nato ou naturalizado, autodeclarado negro (pretos ou pardos) e aceito em universidades estrangeiras em 2024 em áreas como astronomia, biologia, engenharias, medicina, ciência da computação.
  • A seleção é 100% virtual, em três etapas: análise de pré-requisitos, avaliação da candidatura com vídeo e cartas de recomendação, e entrevistas; inscrições pelo formulário no site do Fundo Baobá.

O Fundo Baobá, instituição dedicada à promoção da equidade racial, lançou nesta quinta-feira o programa Black STEM. A iniciativa concede três bolsas de 42 mil reais para estudantes negros que já estudam no exterior, nas áreas de STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática).

Cada bolsa tem duração inicial de 12 meses e pode ser renovada até o término do curso, desde que o bolsista cumpra metas e compromissos definidos pelo programa. Além do auxílio financeiro, o projeto oferece mentorias, workshops, conexões com lideranças negras e acompanhamento psicológico.

A ideia é ampliar o suporte aos estudantes negros já inseridos no exterior, fortalecendo trajetórias acadêmicas e promovendo perspectivas profissionais pautadas pela equidade, conforme afirma a gerente de programas do Fundo Baobá, Taina Medeiros.

Podem participar brasileiros natos ou naturalizados, autodeclarados pretos ou pardos, que tenham sido aceitos em universidades estrangeiras em 2024 em áreas como astronomia, biologia, engenharia, medicina ou ciência da computação. A seleção ocorrerá de forma virtual em três etapas: análise de pré-requisitos, avaliação de candidaturas com vídeo de apresentação e cartas de recomendação, e entrevistas.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente por formulário eletrônico, disponível no site do Fundo Baobá. A etapa final ocorrerá com entrevistas individuais, conduzidas de forma online. A decisão sobre os contemplados será anunciada pela instituição.

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