- A segunda temporada do podcast Conexões Afro-Lusófonas estreia em 3 de abril, às 17h, com foco em educação e cultura.
- Serão episódios mensais, sempre na primeira sexta-feira de cada mês, com entrevistas exclusivas de jornalistas, professores e pesquisadores da África.
- O episódio de estreia traz estudantes angolanos que estudam na USP em programas de pós-graduação, falando sobre expectativas e adaptação ao Brasil.
- O objetivo é fortalecer os laços culturais entre o Brasil e os seis países de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
- As gravações acontecem nos estúdios da Rádio USP e também podem ser ouvidas na versão podcast e na página do jornal.
O podcast Conexões Afro-Lusófonas estreia a segunda temporada no dia 3 de abril, às 17h, com foco em Educação e Cultura. A estreia apresenta estudantes angolanos matriculados em pós-graduação na USP, explorando trajetórias acadêmicas no Brasil.
A proposta da série é aproximar o Brasil dos seis países africanos de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe. A cada episódio, vozes de jornalistas, professores e pesquisadores da África trazem realidades locais ao debate.
A estreia ocorre nos estúdios da Rádio USP, com bate-papo sobre expectativas de chegada ao Brasil, abordagens educacionais e adaptação cultural. A temporada mantém a periodicidade mensal, sempre na primeira sexta-feira do mês.
Estrutura e objetivo
O programa busca promover intercâmbio de conhecimentos, enfatizando educação e cultura dessas nações e sua relevância para o desenvolvimento regional. Os episódios vão apresentar entrevistas exclusivas com especialistas e representantes africanos.
Como ouvir e quem participa
Conexões Afro-Lusófonas vai ao ar pela Rádio USP, 93,7 MHz em São Paulo e 107,9 MHz em Ribeirão Preto, na primeira sexta-feira de cada mês. A versão podcast está disponível na plataforma da instituição.
Equipe e apresentação
O programa tem apresentação de Antonio Carlos Quinto, narradora Tabita Said e participação de Ricardo Alexino Ferreira. A edição e captação ficam a cargo de Julio Cesar Bazanini, com identidade sonora de Bruno Torres e coordenação de Magaly Prado.
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