- A trilha Educação do São Paulo Innovation Week (que ocorre de 13 a 15 de maio, em São Paulo) reunirá mais de 1.500 palestrantes em palcos na Arena Pacaembu e na Faap, com foco em educação, tecnologia e futuro do trabalho.
- Iona Szkurnik, curadora, afirma que a educação envolve aprender, desaprender e reaprender, e que a inteligência artificial acelera mudanças, expondo fragilidades dos modelos existentes.
- Priscyla Laham, presidente da Microsoft Brasil, participa de debates sobre como as frontier firms reorganizam o trabalho com IA; Débora Garofalo e Fernando Tche Gouvea defendem o papel central do aluno.
- Vanessa Cavalieri participa de painéis sobre gênero, feminicídio e o ECA Digital, em parceria com Renata Cafardo; Saulo Montrond discute como novas fronteiras de desenvolvimento afetam a formação de pessoas.
- O evento traz ainda Priscila Cruz e Denis Mizne para tratar de aprendizagem para todos; Guilherme Martins e Iona Szkurnik discutem a preparação para a era da IA; e nomes como Roberto Lent e Etienne Lautenschlager debatem neurociência, avaliações com IA e impactos no Brasil.
O São Paulo Innovation Week realiza entre 13 e 15 de maio uma trilha dedicada à educação, reunindo especialistas para debater desde o atraso educacional brasileiro até o impacto da inteligência artificial na formação e no futuro do trabalho. O evento ocorre na capital paulista, com palcos distribuídos entre a Arena Pacaembu e a FAAP.
A curadoria da trilha, liderada por Iona Szkurnik, destaca que a educação hoje exige aprendizado contínuo e adaptação. O encontro busca conectar escola e mercado, reunindo educadores, gestores públicos, empresários e representantes do terceiro setor para discutir caminhos práticos.
O que esperar da programação
Mais de 1.500 palestrantes integram a grade do SPIW, segundo a organização. A educação ocupa papel central entre as trilhas temáticas, com debates sobre tecnologia, impacto social e políticas públicas. O objetivo é mapear reformas e estratégias para o aprendizado ao longo da vida.
Painéis e protagonistas nacionais
Priscyla Laham, presidente da Microsoft Brasil, participa de debates sobre organizações que lideram a adoção de IA no trabalho. Débora Garofalo, referência em robótica educacional, dialoga com Fernando Tche Gouvea sobre o papel do aluno na transformação tecnológica.
Vanessa Cavalieri, juíza da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro, participa de dois painéis. Ela discute gênero e feminicídio com Mariliz Pereira Jorge e aborda o ECA Digital com Renata Cafardo, repórter do Estadão.
Perspectivas globais e responsabilidade social
Saulo Montrond, empreendedor cabo-verdiano, foca em como fronteiras de desenvolvimento influenciam a produção de tecnologia e a formação de pessoas no Sul Global. Priscila Cruz, do Todos Pela Educação, e Denis Mizne, da Fundação Lemann, debatem a garantia de aprendizagem para todos.
O SPIW também traz a perspectiva do futuro da formação profissional. Guilherme Martins, presidente do Insper, debate com Iona Szkurnik sobre o preparo de talentos para a era da IA. Marcos Lisboa analisa reformas necessárias para manter o país competitivo.
Neurociência e avaliações
Painéis sobre neurociência investigam como o cérebro aprende, com Roberto Lent e Etienne Lautenschlager. Em outra sessão, Maria Helena Guimarães de Castro e Priscilla Tavares discutem o papel da IA na transformação de avaliações educacionais no Brasil e no mundo.
A trilha da educação no SPIW, segundo os organizadores, parte da premissa de que a educação deixou de ser tema restrito às escolas e passa a influenciar o desenvolvimento econômico e social do país.
Entre na conversa da comunidade