- Paola Antonini, de 31 anos, perdeu uma das pernas há onze anos após um atropelamento e hoje atua pela inclusão, respeito e conhecimento sobre corpos diferentes.
- Ela é autora de livro e fundadora de um instituto que apoia pessoas com deficiência, ampliando o debate sobre acessibilidade e acolhimento.
- Em vídeo, Paola relembra a reação de uma criança que chamou a perna de “horrível” e relata como mostrou que pode praticar esportes e ter vida normal.
- O relato traz à tona uma menina atendida pelo instituto, que sofre bullying na escola e perguntou se faria algo errado por querer uma vida comum.
- Paola faz um apelo a pais, familiares e à sociedade para falar sobre inclusão e corpos diferentes, ressaltando que conhecimento, diálogo e empatia fortalecem o respeito.
Paola Antonini, 31 anos, perdeu uma das pernas há 11 anos após atropelamento. Desde então, ela dissemina, principalmente pelas redes, mensagens sobre inclusão, respeito e conhecimento sobre corpos diferentes.
A brasileira é conhecida por suas próteses estilosas, autora de livro e fundadora de um instituto que apoia pessoas com deficiência, ampliando o debate sobre acessibilidade e acolhimento.
No relato, Paola relembra uma interação com uma criança em seu prédio. Ao tirar a prótese para tomar sol, a criança disse que aquilo era horrível. Ela mostrou a trajetória de superação por meio do esporte, para explicar que não é tão simples assim.
Ela reconhece que o comentário a afetou momentaneamente, mas seguiu em frente, absorvendo a lição e decidindo seguir em frente com a conversa.
O depoimento ganha força ao mencionar uma menina atendida pelo instituto, que sofre bullying na escola. A jovem questiona se fez algo errado por querer ter uma vida normal, o que tocou Paola profundamente.
Paola faz um apelo direto a pais, familiares e à sociedade: compartilhar conhecimentos para falar sobre inclusão e a existência de corpos diferentes, promovendo convivência respeitosa entre crianças e adultos.
Ela reforça que a informação é essencial para construir respeito e convivência harmoniosa. A íntegra de seus relatos aponta para educação desde cedo como caminho para a inclusão.
A mensagem final ressalta a diversidade como algo natural: cada pessoa está no mundo do seu jeito, e o diferente não é feio, é apenas diferente.
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