Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Paola Antonini defende conversar com crianças sobre corpos diferentes

Paola Antonini usa sua experiência para incentivar o diálogo com crianças sobre corpos diferentes, fortalecendo inclusão, respeito e prevenção ao bullying

Paola perdeu a perna há onze anos — Foto: Reprodução/Instagram
0:00
Carregando...
0:00
  • Paola Antonini, de 31 anos, perdeu uma das pernas há onze anos após um atropelamento e hoje atua pela inclusão, respeito e conhecimento sobre corpos diferentes.
  • Ela é autora de livro e fundadora de um instituto que apoia pessoas com deficiência, ampliando o debate sobre acessibilidade e acolhimento.
  • Em vídeo, Paola relembra a reação de uma criança que chamou a perna de “horrível” e relata como mostrou que pode praticar esportes e ter vida normal.
  • O relato traz à tona uma menina atendida pelo instituto, que sofre bullying na escola e perguntou se faria algo errado por querer uma vida comum.
  • Paola faz um apelo a pais, familiares e à sociedade para falar sobre inclusão e corpos diferentes, ressaltando que conhecimento, diálogo e empatia fortalecem o respeito.

Paola Antonini, 31 anos, perdeu uma das pernas há 11 anos após atropelamento. Desde então, ela dissemina, principalmente pelas redes, mensagens sobre inclusão, respeito e conhecimento sobre corpos diferentes.

A brasileira é conhecida por suas próteses estilosas, autora de livro e fundadora de um instituto que apoia pessoas com deficiência, ampliando o debate sobre acessibilidade e acolhimento.

No relato, Paola relembra uma interação com uma criança em seu prédio. Ao tirar a prótese para tomar sol, a criança disse que aquilo era horrível. Ela mostrou a trajetória de superação por meio do esporte, para explicar que não é tão simples assim.

Ela reconhece que o comentário a afetou momentaneamente, mas seguiu em frente, absorvendo a lição e decidindo seguir em frente com a conversa.

O depoimento ganha força ao mencionar uma menina atendida pelo instituto, que sofre bullying na escola. A jovem questiona se fez algo errado por querer ter uma vida normal, o que tocou Paola profundamente.

Paola faz um apelo direto a pais, familiares e à sociedade: compartilhar conhecimentos para falar sobre inclusão e a existência de corpos diferentes, promovendo convivência respeitosa entre crianças e adultos.

Ela reforça que a informação é essencial para construir respeito e convivência harmoniosa. A íntegra de seus relatos aponta para educação desde cedo como caminho para a inclusão.

A mensagem final ressalta a diversidade como algo natural: cada pessoa está no mundo do seu jeito, e o diferente não é feio, é apenas diferente.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais