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Governo mira elevar leitores para 55% até 2035

Plano Nacional do Livro e Leitura pretende elevar leitores de 47% para 55% até 2035, com expansão de bibliotecas e acesso digital

A proposta busca consolidar o livro, a leitura e a escrita como elementos centrais na formação educacional e cultural da população, com foco na redução das desigualdades de acesso ao conhecimento - (crédito: Freepik)
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  • Governo lança o Plano Nacional do Livro e Leitura 2026–2035 para ampliar leitores no país, com meta de cinqüenta e cinco por cento até 2035, contra quarenta e sete por cento hoje.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do lançamento e da assinatura da portaria que institui o novo ciclo do PNLL.
  • Objetivo é ampliar bibliotecas públicas, facilitar o acesso a livros, abrir livrarias fora dos grandes centros e reduzir o custo dos livros.
  • MEC Livros terá expansão de formatos digitais; o plano também prevê acessibilidade com braille, libras e audiolivros, além de escrita criativa para comunidades periféricas, indígenas e quilombolas.
  • O PNLL é estruturado em quatro eixos: democratização do acesso, formação de leitores e mediadores, valorização institucional e desenvolvimento da economia do livro, com foco na cadeia produtiva.

Em alusão ao Dia Mundial do Livro, o governo federal lança o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 2026–2035, com metas para ampliar o número de leitores até 2035. A proposta visa elevar a parcela da população que lê de 47% para 55%, além de ampliar o acesso a livros e fortalecer políticas públicas do setor.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do evento e da entrega do Prêmio Vivaleitura. Lula também assiste à assinatura da portaria que institui o novo ciclo do PNLL, coordenado pelos ministérios da Educação e da Cultura.

A nova política retoma diretrizes iniciadas em 2006 e organiza ações para a última década, com foco na formação educacional e cultural, buscando reduzir desigualdades de acesso ao conhecimento.

Metas e eixos do PNLL

O plano apresenta quatro eixos centrais: democratização do acesso, formação de leitores e mediadores, valorização institucional e desenvolvimento da economia do livro. Entre as novidades, está a inclusão da escrita criativa como prática incentivada em comunidades periféricas, indígenas e quilombolas.

Além disso, o PNLL prevê ampliação de bibliotecas públicas, estímulo a livrarias de pequeno porte e redução do custo dos livros. Também aponta expansão de formatos digitais, com melhoria do aplicativo MEC Livros para acesso gratuito a obras digitais.

Ações previstas incluem acessibilidade ampliada com acervos em braille, Libras e audiolivros. Iniciativas atingem públicos específicos, como pessoas privadas de liberdade e pacientes em hospitais, buscando maior inclusão.

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