- Professores da UnB aprovaram, em assembleia realizada em 23/4, paralisação das atividades e ato público em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos no dia 30/4.
- A decisão mantém o estado de assembleia permanente e prevê envio de carta de indignação ao Ministério para pressionar por uma solução que não prejudique a remuneração.
- O secretário-geral da ADUnB-S.Sind, Pedro Gontijo, afirmou que não haverá absorção da Unidade de Referência de Preços (URP) e que a luta visa manter a URP (índice de reposição salarial) e a mobilização permanente.
- Foi solicitada reunião urgente com a reitoria da universidade para debater internamente a questão da URP, e a carta à ministra Esther Dweck expressa a indignação com a absorção da URP.
- A organização do ato da próxima semana segue, com a participação de lideranças sindicais e docentes de diversos departamentos da UnB.
Professores da Universidade de Brasília aprovam paralisação e ato público para o dia 30 de abril. A decisão ocorreu em assembleia realizada nesta quinta-feira (23/4). O movimento prevê também um ato em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) na mesma data, para cobrar respostas do governo federal sobre a remuneração docente.
A assembleia manteve o estado de assembleia permanente e ampliou as formas de pressão. O grupo aprovou a rejeição à absorção de parcelas da remuneração neste momento, além da criação de uma comissão para articular a defesa da URP (Unidade de Referência de Preços) e buscar a reposição salarial.
Os docentes também definiram que haverá uma reunião emergencial com a reitoria para discutir internamente os pontos ligados à URP. Foi aprovado o envio de uma carta à ministra Esther Dweck (MGI) expressando a indignação com a proposta de absorção da URP e cobrando soluções.
Próximos passos
Segundo Pedro Gontijo, secretário-geral da ADUnB-S.Sind, a mobilização segue firme para ampliar a participação de docentes de diferentes departamentos. A ofensiva inclui já o ato de quinta-feira (30/4) e envolve lideranças sindicais e docentes da UnB.
A pauta busca uma solução que não prejudique a remuneração da categoria, com diálogo direto entre a universidade, o governo e as instâncias responsáveis. A mobilização visa pressionar por medidas que assegurem a URP e a reposição salarial.
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