- Estudantes da UFPR seriam responsáveis por grupos virtuais que apostam sobre estupros contra universitárias.
- Denúncias de perseguição e ameaças de agressão sexual foram recebidas pelo Simepar, envolvendo mulheres estudantes de medicina e de outros cursos.
- A UFPR informou que tomou medidas de acolhimento, orientações e acionou setores de segurança institucional, além de instaurar investigação preliminar na Corregedoria.
- O DANC e a universidade afirmam que os grupos envolvem membros da instituição e que o tema será levado ao Congresso Acadêmico Sindical da Federação Médica Brasileira, em Curitiba, nos dias 14 e 15 de agosto.
- O Simepar cobra punição exemplar, expulsão e responsabilização na Justiça, e reiterou repúdio à cultura de estupro e misoginia.
O que aconteceu: Estudantes da UFPR seriam alvo de grupos que promovem apostas sobre estupros cometidos contra universitárias. Informações, divulgadas pela própria universidade, indicam que chats e grupos virtuais são usados para esse tipo de prática criminosa.
Quem está envolvido: Grupos formados por estudantes de diferentes cursos da UFPR, incluindo a Faculdade de Medicina, são citados nas denúncias. O Simepar e o DANC de Medicina atuam como protagonistas na mobilização para enfrentar o caso.
Quando: A denúncia chegou ao Simepar nesta semana, com reação pública da UFPR ocorrendo no fim de semana recente. A Assembleia e o acompanhamento institucional já foram acionados após o relato inicial.
Onde: O episódio envolve a comunidade da UFPR, com repercussão regional na cidade de Curitiba, onde está sediada a universidade. A apresentação de medidas ocorreu tanto na universidade quanto nos espaços sindicais.
Por quê: A denúncia aponta uma violação grave de direitos, associada a uma cultura de violência e misoginia dentro do ambiente acadêmico. A motivação declarada é a necessidade de coibir e punir condutas que ameacem a integridade de estudantes.
Medidas adotadas: A UFPR informou que adotou acolhimento e orientação às pessoas envolvidas. Também acionou a segurança institucional e os setores responsáveis pela comunidade universitária, além de abrir investigação preliminar na Corregedoria.
Repercussão institucional: O Simepar repudiou a cultura de estupro e afirmou apoio às estudantes e ao DANC. O sindicato defende punição exemplar e expulsão de responsáveis, com responsabilização na Justiça.
Desdobramentos: O caso está sendo acompanhado pela Diretoria Acadêmica do Simepar e será levado ao Congresso Acadêmico Sindical da Federação Médica Brasileira, programado para Curitiba, nos dias 14 e 15 de agosto. A UFPR mantém vigilância e continuidade das apurações.
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