- A série Egressos que Inspiram, do Alumni USP, reúne depoimentos de ex-alunos para mostrar o impacto da formação na USP, com publicações no site e nas redes sociais.
- O projeto visa inspirar novas gerações ao apresentar trajetórias de inovação, impacto social e caminhos de carreira que demonstrem a força da formação na universidade.
- Luciana Mattar, egressa do curso de Design da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), é líder em inovação no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e cedeu seu depoimento à série.
- Em seu relato, ela afirma que a USP ensinou a fazer boas perguntas, promoveu um olhar crítico e mostrou que o design pode ser uma prática de escuta, com experiências como estágio na Casa da Dona Yayá e projetos no Allianz Parque.
- A trajetória de Mattar inclui atuação na inovação em saúde durante a pandemia, reconhecimentos como o Brasil Design Award e o Don Norman Design Award 2024, e o objetivo de seguir pesquisando para ampliar o impacto na sociedade.
A série Egressos que Inspiram, criada pelo Alumni USP, divulga depoimentos de ex-alunos sobre a influência da formação na USP. O objetivo é evidenciar trajetórias de inovação, impacto social e carreira, fortalecendo a conexão entre gerações de formados. Os relatos são compartilhados no site da Alumni USP e nas redes sociais.
A iniciativa busca inspirar novas gerações, mostrando como a formação na universidade funciona na prática. Profissionais consolidados, empreendedores e jovens que atuam em comunidades podem participar, trazendo exemplos de impacto gerado pela atuação após a graduação.
Quem envia depoimento deve explicar, em breve texto, a importância da USP para sua formação e sua trajetória. A equipe da Alumni USP contata para formalizar autorização, alinhar detalhes e solicitar fotos que ilustram a história.
Depoimento em destaque: Luciana Mattar
Luciana Mattar, ex-aluna do curso de Design da FAU, é citada como exemplo de trajetória. Ela atua hoje como líder em inovação no Hospital das Clínicas da FMUSP e integra o corpo de ex-alunos que participam da série. A pulseira de aprendizado da USP, segundo o relato, envolve perguntar bem para entender cenários complexos.
A ex-aluna descreve a formação na FAU como uma oportunidade de desenvolver olhar crítico e sistêmico. Seu estágio na Casa da Dona Yayá, com a exposição Bixiga: Artes e Ofícios, ajudou a compreender narrativas, memória e o papel do projeto na valorização de culturas e pessoas. Além disso, o esporte universitário contribuiu para lições de liderança e colaboração.
Ao concluir o curso, aplicou o conhecimento em projetos práticos, como a sinalização do Allianz Parque, reforçando a ideia de que design pode organizar espaços, orientar fluxos e influenciar a relação das pessoas com ambientes e serviços. Esses aprendizados moldaram sua atuação no setor de saúde durante a pandemia.
Na área de inovação do Hospital das Clínicas da FMUSP, Mattar aplica metodologias de design e inovação aberta para fortalecer a atuação em contextos de alta complexidade. O foco é construir soluções com participação coletiva, levando em conta as trajetórias de pacientes, profissionais e gestores.
Reconhecimentos como o Brasil Design Award e o Don Norman Design Award 2024 são mencionados como marcos, mas a narrativa enfatiza o valor do impacto social. A professora e pesquisadora ressalta que a USP foi mais que um ponto de partida: é um espaço formador de repertório, que amplia possibilidades e incentiva a responsabilidade. Atualmente, ela segue vinculada a atividades de pesquisa no doutorado.
A história de Luciana reforça a mensagem central da série: conhecimento ganha sentido quando aplicado ao mundo real. O depoimento destaca a possibilidade de conectar excelência acadêmica a transformações tangíveis na vida das pessoas.
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