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Morre mulher trans em MG após queimaduras que atingiram 80% do corpo

Mulher trans, professora, com oitenta por cento do corpo queimado em Curvelo, morre em Belo Horizonte; Polícia Civil investiga homicídio qualificado por uso de fogo

Morte foi confirmada pela escola em que a vítima era professora
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  • Mulher trans, 27 anos, que teve 80% do corpo queimado, faleceu em Belo Horizonte no dia 4.
  • Ela recebia tratamento na capital mineira e era professora da rede municipal de Curvelo.
  • O ataque ocorreu em Curvelo, no dia 4 de abril, quando foi queimada com álcool e fogo por um homem — ele foi preso em flagrante.
  • A Polícia Civil investiga o caso como tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe e com uso de fogo; o suspeito está recolhido no sistema prisional.
  • A vítima deixa uma filha de 4 anos; a prefeitura de Curvelo anunciou apoio psicológico aos colegas e estudantes, e o sepultamento ocorre em Belo Horizonte.

A mulher trans que teve 80% do corpo queimado há um mês em Minas Gerais morreu nesta quarta-feira (4), em Belo Horizonte. A vítima tinha 27 anos e fazia tratamento na capital, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a Polícia Civil, o ataque ocorreu em 4 de abril, na cidade de Curvelo, onde a vítima morava. Ela foi queimada com álcool e fogo por um homem, que foi preso em flagrante. A vítima era professora da rede municipal.

Socorrida por moradores, ela foi levada ao hospital e permaneceu internada em estado grave. A vítima deixa uma filha de 4 anos. A investigação apura tentativa de homicídio qualificado por torpe e uso de fogo; o suspeito já está no sistema prisional.

Reações oficiais e desdobramentos

A Secretaria Municipal de Educação de Curvelo emitiu nota de pesar e solidariedade à família. A prefeitura informou que oferecerá apoio psicológico a colegas e estudantes da escola da vítima. A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer as circunstâncias do ataque.

A vítima será sepultada nesta quinta-feira (5), em Belo Horizonte. A apuração segue para identificar possíveis demais envolvidos e entender o ciclo do ocorrido. O caso mobilizou moradores e tornou pública a discussão sobre violência contra a comunidade trans.

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