- Estudantes ocupam a reitoria da USP há 24 horas após invadirem o prédio na quinta-feira, sete, derrubando portões e portas de vidro.
- A universidade cortou água e energia do edifício para tentar desmobilizar o movimento; a Polícia Militar acompanha a situação.
- O protesto é organizado pelo Diretório Central dos Estudantes; demandas incluem melhorias nos refeitórios e aumento das bolsas de permanência estudantil.
- A reitoria informou que acionou as forças de segurança para evitar ocupação de mais espaços e priorizar a segurança de todos. O DCE afirma que ato é pacífico.
- Nesta sexta, houve atividades como oficinas de kung fu e capoeira pela manhã e rodas de conversa à tarde, com acesso restrito a membros do movimento e sem tumulto relevante.
Estudantes ocuparam há 24 horas o prédio da reitoria da USP, na Cidade Universitária, com o objetivo de pressionar pela retomada das negociações da greve iniciada em 15 de abril. A água e a energia do edifício foram cortadas pela universidade na manhã desta sexta para buscar desmobilizar o movimento.
O protesto começou na quinta-feira, 7 de maio, quando o grupo derrubou um portão de metal e duas portas de vidro da reitoria, invadindo o prédio. Eles acamparam no saguão e no jardim em frente ao edifício, com a presença de policiais militares.
A universidade informou que a atuação buscou evitar danos ao patrimônio público e manter a segurança de todos. O DCE da USP sustenta que a medida é pacífica e que o objetivo é retomar negociações para atender às demandas dos estudantes.
Medidas da universidade e participação policial
A USP reiterou que, diante da escalada, acionou as forças de segurança e que o diálogo estava encerrado desde a segunda-feira anterior. A atuação policial permanece no local, com cordão de contenção para restringir a ocupação.
Demandas estudantis e agenda de atividades
Os estudantes reivindicam melhorias nos refeitórios, aumento de bolsas de permanência estudantil e demandas específicas de cada curso. Nesta sexta, o grupo realizou oficinas de kung fu e capoeira pela manhã e rodas de conversa à tarde, mantendo o movimento.
Situação atual e perspectivas
Os manifestantes buscam a reabertura da mesa de negociação com o reitor Aluísio Segurado. A reitoria mantém a posição de que as negociações devem ocorrer dentro de vias institucionais, com foco na segurança e na integridade de todos os envolvidos.
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