- O Instituto TeArt promove o projeto Enredar — Criações e Diálogos em Espaços de Arte e Educação, com atividades de arte e educação em escolas de Brasília e Recife.
- A iniciativa já atingiu mais de 1.500 alunos no Distrito Federal e em Recife e prevê expansão para São Paulo no segundo semestre de 2026.
- O projeto é dividido em três frentes: Enredar I (oficinas de longa duração), Enredar II (visitas educativas a galerias), e Enredar III (cursos presenciais e remotos para formação de docentes).
- Em 2025, o Enredar alcançou 71 escolas em oito regiões administrativas e zonas urbanas, e, no primeiro semestre de 2026, chegou a Recife com o Enredar III e cursos temáticos.
- Em Brasília, as atividades incluem oficinas como Objetos que Falam, Protagonismo Feminino Hoje e Leitura Crítica da Cultura Visual; em Recife, há imersões na Cerrado Cultural e seminários sobre artes indígenas.
O Instituto TeArt promove projetos de arte e educação em escolas públicas, conectando alunos a exposições e oficinas em espaços culturais. O projeto Enredar — Criações e Diálogos em Espaços de Arte e Educação envolve visitas à mostra Arquiteturas do Poder, na galeria Cerrado Cultural, com obras das artistas Laís Myrrha e Helô Sanvoy. A iniciativa busca estimular a reflexão sobre o tema onde habita o desejo das cidades.
Mais de 1.500 alunos já foram impactados no Distrito Federal e em Recife, por meio de oficinas e visitas educativas. O Enredar é estruturado em três frentes: oficinas de longa duração (Enredar I), visitas educativas a galerias (Enredar II) e formação de docentes, com cursos presenciais e remotos (Enredar III).
Auana Diniz, coordenadora de Projetos Educativos do instituto, destaca a abordagem de redes públicas e a valorização de territórios como espaços de produção de conhecimento, criação e pesquisa. O foco é trabalhar em rede, emergindo potências locais em vez de déficits, para o planejamento educativo.
No primeiro semestre de 2026, o projeto chegou a Recife com o Enredar III. O curso Corpo e Representação atualiza práticas pedagógicas com referências de povos indígenas, como Kaiowá, Guarani e Krenak, e inclui seminários como Artes e culturas indígenas no nordeste. Arissana Pataxó e Juliana Xukuru ministram atividades sobre resistência escolar.
Em Brasília, o Enredar I oferece oficinas como Objetos que Falam, Protagonismo Feminino Hoje e Leitura Crítica da Cultura Visual, voltadas a alunos do Ensino Fundamental e Médio. No Enredar II, estudantes do 1º ao 4º ano participam das imersões na Cerrado Cultural, com foco educativo.
O Instituto TeArt atua desde 2004, buscando a arte como vetor de transformação socioeconômica. Anualmente, o instituto desenvolve seu programa educativo, com publicações, exposições e pesquisas em parceria com agentes locais. A expansão do projeto está prevista para o segundo semestre de 2026, em São Paulo.
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