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Protesto de universitários em SP termina em confronto com vereadores

Protesto de estudantes de universidades estaduais paulistas termina em confronto com vereadores e PM, cancelando reunião do Cruesp e levando manifestantes a marchar pela Paulista

Protesto de universitários em SP termina em confronto com vereadores - (crédito: Reprodução/Redes sociais )
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  • Estudantes da USP, da Unesp e da Unicamp protestaram no centro de São Paulo contra investimentos nas estaduais; um prédio sediaria uma reunião do Cruesp.
  • Os vereadores Rubinho Nunes e Adrilles Jorge chegaram ao local pouco antes das 14h30; minutos depois houve confronto com manifestantes.
  • A Polícia Militar atuou com gás de pimenta para dispersar o grupo e a reunião do Cruesp foi cancelada.
  • Cercados pela PM, os estudantes deixaram a região da República e seguiram em marcha rumo à Avenida Paulista.
  • O movimento reivindica mais investimentos em permanência estudantil, reajuste de bolsas e melhorias nos serviços, além de criticar uma gratificação mensal de R$ 4.500 para docentes sem reajuste equivalente.

O protesto de estudantes da USP, da Unesp e da Unicamp terminou em confronto com vereadores e intervenção da Polícia Militar, em frente ao prédio onde ocorreria a reunião do Cruesp, no centro de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (11/5).

Segundo relatos obtidos pela imprensa e imagens compartilhadas nas redes, alunos cobravam mais investimentos nas universidades estaduais, quando houve tumulto envolvendo os vereadores Rubinho Nunes e Adrilles Jorge, ambos do União Brasil. A Polícia Militar utilizou gás de pimenta para dispersar o grupo.

Ainda durante a tarde, a reunião do Cruesp foi cancelada. Os estudantes, cercados pela PM, deixaram a região da República e seguiram em marcha até a Avenida Paulista. A ação marca a continuidade da mobilização iniciada na USP e estendida à Unesp e à Unicamp.

Contexto da greve e reivindicações

A paralisação teve início em 14 de abril, associada à greve dos servidores das universidades. Os estudantes reivindicam aumento de investimentos em permanência estudantil, reajuste de bolsas e melhorias nos serviços universitários.

Entre as críticas está uma gratificação mensal de R$ 4.500 recebida por docentes sem reajuste correspondente para outros setores. O movimento busca corrigir esse desequilíbrio e ampliar recursos para apoio estudantil, conforme os organizadores.

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