Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CNE aprova diretrizes para uso de IA na Educação

CNE aprova diretrizes de IA na educação, classifica riscos (baixo a proibido) e encaminha para consulta pública; MEC fará homologação após votação

Diretrizes preveem a inclusão progressiva de conteúdos sobre IA nos currículos e formação de professores como condição para a implementação do uso da tecnologia
0:00
Carregando...
0:00
  • O Conselho Nacional de Educação aprovou parecer com diretrizes para uso de IA na educação básica e superior; texto segue para consulta pública.
  • A avaliação classifica o uso de IA por nível de risco em quatro categorias: baixo, moderado, alto e risco excessivo (proibido).
  • As diretrizes preveem inclusão progressiva de conteúdos sobre IA nos currículos, com supervisão humana no uso das tecnologias.
  • Na educação básica, a implementação é gradual; no ensino superior, o foco é preparação profissional e uso em contextos complexos, mantendo a integridade acadêmica.
  • A formação de professores é condição para implementação, com incentivo à capacitação contínua e ao desenvolvimento de competências digitais; o parecer ainda precisa ser votado pelo plenário e homologado pelo MEC.

O Conselho Nacional de Educação aprovou na segunda-feira, 11 de maio de 2026, um parecer que estabelece diretrizes para o uso de inteligência artificial na educação básica e superior. O texto segue para consulta pública.

A decisão ainda será votada em plenário pelo CNE e, se aprovada, poderá passar pela homologação do Ministério da Educação (MEC). O objetivo é orientar redes de ensino e escolas sobre o uso responsável da IA.

O parecer classifica as tecnologias por nível de risco e determina a inclusão progressiva de conteúdos sobre IA nos currículos. A formação de docentes é apontada como condição para a implementação.

Níveis de risco

  • Baixo risco: ferramentas de apoio cotidiano, organização de materiais e recursos de acessibilidade.
  • Risco moderado: interação direta com o processo pedagógico, como tutores virtuais e feedback automatizado.
  • Alto risco: maior necessidade de supervisão humana, como correção automatizada de avaliações e monitoramento de provas.
  • Risco excessivo (proibido): vigilância emocional, perfilização psicológica para disciplina e decisões automáticas sobre promoção ou permanência de estudantes.

Na educação básica, a implementação deve ocorrer de forma gradual. No ensino superior, o foco é a preparação profissional e o uso da IA em contextos complexos, com preservação da integridade acadêmica. A formação de professores é destacada como condição essencial, com incentivos à capacitação contínua.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais