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Polícia investiga estudantes suspeitos de invasão à reitoria da USP

Polícia abre inquérito contra estudantes que invadiram a reitoria da USP; dano ao patrimônio pode resultar em detenção de até três anos e multa

Estudantes da USP em greve invadem a reitoria da universidade
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  • Inquérito foi instaurado no 93º Distrito Policial para investigar estudantes que invadiram a reitoria da USP, em um episódio que durou três dias.
  • A desocupação ocorreu na madrugada de domingo, com uso de gás lacrimogêneo e a formação de um “corredor polonês” para dissipar os invasores.
  • O caso foi classificado como dano ao patrimônio público, crime com pena de seis meses a três anos de detenção e multa.
  • Durante a ação, itens pessoais foram apreendidos e a perícia foi solicitada ao Instituto de Criminalística; a Polícia Civil também pediu a quebra de sigilo telefônico para identificar possíveis crimes.
  • A invasão aconteceu na quinta-feira, 7 de maio; houve controvérsia entre a SSP e os estudantes sobre ferimentos, o governador apoiou a operação e a USP informou não ter sido avisada previamente e lamentou a violência.

O inquérito apura estudantes que invadiram a reitoria da USP, em greve, durante três dias na última semana. O caso foi registrado no 93º Distrito Policial. A ação policial de desocupação ocorreu na madrugada de domingo, com uso de gás lacrimogêneo e formação de um corredor polonês.

A invasão ocorreu na quinta-feira (7), quando o grupo ocupou o prédio após tomar o espaço em frente à reitoria. A gestão da universidade não havia sido informada previamente sobre a operação de retirada.

Durante a desocupação, a PM lançou a ação para retomar o espaço, que ficou ocupado até a madrugada de domingo. Alunos afirmam ferimentos, a SSP afirma que investiga eventuais excessos. O governador apoiou a atuação policial.

Desdobramentos e apurações

A SSP informou que itens pessoais foram apreendidos, incluindo notebooks e celulares, para perícia no Instituto de Criminalística. A autoridade policial deverá solicitar a quebra de sigilo telefônico para identificar elementos de possível prática de crimes.

A classificação do caso é dano ao patrimônio público, com pena prevista de 6 meses a 3 anos de detenção e multa, conforme o Artigo 163 do Código Penal. A universidade informou que lamenta a violência e que não foi informada previamente sobre a operação.

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