- A ministra Cármen Lúcia, do STF, participou do Festival LED no Rio de Janeiro, promovido pela Globo para debater o futuro da educação.
- Em discurso, defendeu uma educação plural e igualitária, ligada a valores democráticos.
- Disse que o aprendizado vai além da sala de aula e pode acontecer pelo convívio e por conhecer o mundo de diferentes formas.
- Ressaltou que a escola envolve espaços como cantina, corredor e pátio, e que não há tela que substitua o olhar humano.
- Pontuou que a educação molda desigualdades e afirmou ter lutado por quarenta anos pela igualdade, especialmente para mulheres, negros e pessoas pobres.
A ministra Cármen Lúcia, do STF, participou do Festival LED, promovido pela Globo para discutir o futuro da educação no Brasil. Em sua fala, ela destacou a educação como base da igualdade e dos valores democráticos, lembrando sua trajetória acadêmica.
A jurista ressaltou que o aprendizado não se restringe à sala de aula e defendeu a diversidade de caminhos para conhecer o mundo. Ela afirmou que a educação ocorre também ao aprender com o próximo e que perguntas dos estudantes não devem ter barreiras, mesmo quando envolvem temas complexos.
Ela ainda enfatizou o papel humano da educação, que pode ser exercitado em situações cotidianas, como nas cantinas, corredores e pátios das escolas. Para ela, a humanidade se revela na convivência diária, e a educação precisa promover igualdade para todos. Além disso, mencionou que a desigualdade educacional persiste e que tem atuado há décadas pela equidade, especialmente para mulheres, negros e pessoas em situação de pobreza.
Impacto e contextualização
O evento em que participou reuniu debatedores e estudantes para debater políticas públicas e caminhos para ampliar o acesso à educação de qualidade no país. A participação de Cármen Lúcia busca estimular reflexões sobre a importância de uma educação mais inclusiva e plural, capaz de formar cidadãos conscientes e éticos.
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