- Em 19 de maio, estudantes do IFB Campus Brasília, Cean e CEM Paulo Freire fizeram um ato na L2 Norte, reunindo cerca de 200 pessoas.
- A mobilização começou na quadra 610 Norte e seguiu até a quadra 606 Norte, onde fica o Cean, com duração de cerca de duas horas.
- Entre as reivindicações estão protocolos de segurança contra assédio, acolhimento às vítimas e ações do Ministério Público no caso envolvendo adolescentes neonazistas do CEMSO.
- Participaram estudantes, professores e militantes, que denunciaram o aumento da misoginia e de discursos extremistas nas escolas do Distrito Federal.
- As falas destacaram resistência a retrocessos e ao avanço de discursos misóginos, ressaltando a representatividade feminina na mobilização.
Entre mortos e feridos, estudantes do IFB Campus Brasília, do Cean e do CEM Paulo Freire participaram de um ato na L2 Norte nesta terça-feira, 19 de maio. A mobilização reuniu cerca de 200 pessoas, partindo da quadra 610 Norte, em frente ao IFB, até a quadra 606 Norte, onde fica o Cean. A ação durou cerca de duas horas, com caminhada de uma hora e atuação de docentes, alunos e militantes.
O objetivo foi defender escolas mais seguras e denunciar casos de assédio e violência no ambiente escolar. A mobilização também teve como foco a repercussão de uma ameaça de conteúdo misógino envolvendo adolescentes neonazistas do CEMSO, na Asa Sul, que obtiveram alcance nas redes sociais.
Reivindicações e desdobramentos
Entre as demandas estão a criação de protocolos de segurança contra assédio, medidas de acolhimento às vítimas e ações do Ministério Público no caso envolvendo adolescentes neonazistas. Os organizadores chamaram atenção para a impunidade de agressores e para o aumento da misoginia e do extremismo nas escolas do Distrito Federal.
Participantes manifestaram indignação com episódios de violência contra mulheres no DF. A presidente da União de Estudantes Secundaristas do DF ressaltou que os estudantes não aceitarão retrocessos e a violência. Representantes estudantis sublinharam a necessidade de mudanças rápidas para a segurança escolar.
A atuação contou com a participação de lideranças estudantis e representantes de entidades de ensino técnico. O ato destacou a defesa da educação pública e a resistência a discursos extremistas que colocam a vida de mulheres em risco.
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