- Em Gravataí, na região metropolitana, famílias denunciam a falta de monitores na escola.
- Cerca de 30 estudantes atípicos contam com apenas três profissionais de apoio.
- A possível saída de um dos monitores pode piorar o atendimento aos alunos.
- A reportagem reúne relatos das famílias e cobra posicionamento das autoridades sobre a situação.
Uma escola de Gravataí, na Região Metropolitana, enfrenta dificuldades de atendimento a alunos atípicos devido à falta de monitores. Cerca de 30 estudantes ficam sob a responsabilidade de apenas três profissionais de apoio.
A ausência de equipes completas preocupa famílias, já que o apoio individual é essencial para o desenvolvimento dos alunos. A saída de um monitor pode agravar a limitação de atendimento na instituição.
Segundo relatos, a direção da escola já foi acionada, mas não houve confirmação de solução. O caso também gera cobrança por posicionamento das autoridades competentes sobre a garantia de recursos humanos.
Impacto no atendimento a alunos atípicos
- Comunidades relatam que a escassez de monitores reduz a possibilidade de acompanhamento em atividades pedagógicas, terapias e inclusão.
- Representantes de pais pedem informações oficiais sobre medidas emergenciais para manter o suporte disponível aos estudantes.
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