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Aluno de 12 anos faz Biomedicina na faculdade e mira neurocirurgia

Aluno de doze anos é aprovado no vestibular de Biomedicina e participa como ouvinte da aula de Psicologia da Saúde, com acompanhamento do Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão

Pedro foi aprovado no vestibular de Biomedicina e participa, como ouvinte, da aula da disciplina Psicologia da Saúde
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  • Com apenas 12 anos, Pedro Eduardo Cuba foi aprovado no vestibular de Biomedicina no Centro Universitário Uniftec, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, e iniciou as aulas na semana passada.
  • Ele participa, como ouvinte, da disciplina Psicologia da Saúde, ministrada uma vez por semana, sob acompanhamento do Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão.
  • Pedro ainda estuda no ensino fundamental regular, mantendo a rotina escolar além da universidade.
  • Aos 8 anos, a família comprovou que ele tem altas habilidades, com um quociente de inteligência (QI) de 150, destacando raciocínio lógico e memorização de padrões.
  • O objetivo profissional do jovem é cursar Medicina e tornar-se neurocirurgião, buscando ajudar o maior número possível de pessoas.

Pedro Eduardo Cuba, 12 anos, foi aprovado no vestibular de Biomedicina do Centro Universitário Uniftec, em Caxias do Sul (RS), e frequenta as aulas como ouvinte, mantendo o ensino fundamental regular. O caso diverge pela idade do aluno e pela rotina híbrida entre universidade e escola.

Na universidade, Pedro participa da disciplina Psicologia da Saúde, com encontro semanal, sob supervisão do Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão (NAPI). A família afirma que a adaptação tem sido positiva e que o ensino superior funciona como complemento ao ensino básico.

A história de Pedro começou na infância, quando aos 8 anos foi reconhecido com altas habilidades. Médica e mãe relatam que o QI dele chegou a 150 e que o jovem já avançou de séries para acompanhar o ritmo de aprendizado. O objetivo traçado pela família é manter o desenvolvimento sem queimar etapas.

Descoberta de altas habilidades

A família conta que o filho já demonstrava curiosidade científica desde cedo, com participação em atividades extracurriculares como olimpíadas e clubes de astronomia. A avaliação de altas habilidades ocorreu após observação de professores, confirmando o perfil superdotado.

Formação e planos

Além das conquistas acadêmicas, Pedro participou do programa Caça Asteroides e do quadro Pequenos Gênios na televisão, reforçando o interesse pela ciência. O adolescente planeja concluir o ensino médio, ingressar na medicina e, futuramente, seguir a neurocirurgia, com foco em ajudar o maior número de pessoas.

A mãe ressalta que o caminho escolhido busca manter o equilíbrio entre as fases de desenvolvimento e a socialização com os colegas, destacando a importância de uma trajetória gradual para a maturidade cidadã. O pai também apoia a continuidade de oportunidades educacionais para jovens com perfis semelhantes.

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