- A greve dos professores de Belo Horizonte completa um mês nesta segunda-feira e segue mobilizada.
- Nesta terça-feira, haverá vigília na porta da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) para pressionar a retomada das negociações.
- O movimento foi decidido em assembleia que reafirmou a greve e a cobrança por reajuste salarial e melhorias na infraestrutura e nas condições de trabalho.
- As negociações salariais continuam paradas desde o início do movimento, sem resposta oficial da prefeitura até o momento.
- A prefeitura não se manifestou oficialmente sobre a vigília ou sobre o andamento das negociações; a categoria diz estar aberta ao diálogo, mas não aceitará retrocessos.
A greve dos professores de Belo Horizonte completa um mês nesta segunda-feira. A categoria manteve a paralisação e anunciou uma vigília na porta da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) para esta terça-feira. A decisão ocorreu após assembleia realizada na noite de ontem, que manteve a greve e cobrou resposta da administração municipal sobre as negociações salariais.
Segundo o sindicato, não houve avanços nas negociações salariais nem na pauta de reivindicações. A categoria pede reajuste salarial, melhorias na infraestrutura das escolas e condições de trabalho apropriadas. A retomada das negociações com a PBH está parada desde o início do movimento.
A vigília será realizada durante toda a noite de terça, na porta da PBH, com a intenção de pressionar o poder público a retomar as negociações e atender às reivindicações. A prefeitura ainda não se manifestou oficialmente sobre a vigília ou sobre as negociações.
A paralisação impacta a rotina escolar de milhares de estudantes e é descrita pela categoria como uma das maiores da história da cidade. Os docentes afirmam que a mobilização é necessária para assegurar melhores condições de trabalho e uma educação de qualidade para todos.
Demanda dos professores e estado atual
A prefeitura não confirmou participação ou calendário de negociação nesta etapa. O sindicato afirma estar aberto ao diálogo, desde que haja garantia de avanços nas pautas apresentadas. A mobilização segue até que haja resposta concreta.
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