- Lula sancionou sem vetos a criação da primeira Universidade Federal Indígena do Brasil, com inauguração prevista entre 15 e 19 de junho em Brasília.
- A Unind terá sede no antigo prédio da Universidade dos Correios, começando com 10 cursos de graduação e 2.800 vagas.
- Serão 366 docentes e 383 técnicos à disposição dos estudantes, com foco em formação de graduação e pós-graduação alinhada a saberes tradicionais.
- Em discurso na cerimônia, o presidente enfatizou que o diploma demonstra que o Brasil valoriza o conhecimento e que todos têm direito a ele.
- O projeto foi aprovado pela Câmara em fevereiro de 2026 e pelo Senado em maio de 2026; Brasília ficou definida como sede, com outros campi previstos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou sem vetos a criação da 1ª Universidade Federal Indígena do Brasil. A Unind deve ser inaugurada entre 15 e 19 de junho e terá sede em Brasília, no antigo prédio da Universidade dos Correios. A cerimônia oficial confirmou a instituição e o calendário inicial.
Inicialmente, a Unind contará com 10 cursos de graduação, 2.800 vagas, 366 docentes e 383 técnicos. A oferta incluirá programas de graduação e pós-graduação, com um modelo educacional que valoriza identidades e saberes tradicionais.
Durante a cerimônia, Lula enfatizou o papel do diploma para ampliar o acesso ao conhecimento e afirmou que a universidade devolve aos povos indígenas um direito historicamente resistido. Eloy Terena destacou a Unind como um legado significativo para povos indígenas e para o Brasil.
A criação da universidade
Em 2024, foram realizados mais de 20 seminários junto a povos indígenas de todas as regiões para discutir a universidade. Em 2025, o grupo de trabalho definiu Brasília como sede, com previsão de campi em outras regiões para atender aos povos.
O projeto de lei que cria a Unind foi aprovado pela Câmara em fevereiro de 2026 e, em maio deste ano, pelo Senado. A aprovação consolidou a instituição e o calendário de inauguração.
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