- Lula sancionou a lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), primeira instituição federal de ensino superior voltada a povos originários.
- A Unind terá campi em diferentes regiões do país e a primeira sede em Brasília, com inauguração prevista para o próximo ano.
- A estrutura inicial prevê dez cursos, 366 docentes e cerca de 2,8 mil alunos.
- O objetivo é oferecer cursos de graduação e pós-graduação, promover pesquisas e atividades de extensão, valorizando conhecimentos tradicionais.
- O ministro Eloy Terena disse que a Unind representa um marco na relação do Estado com povos originários; o ministro da Educação, Leonardo Barchini, informou que bolsas de permanência para indígenas nas federais devem alcançar todos até o fim do ano, passando de 4,3 mil em 2023 para 9.917 em 2026.
Ainda neste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), a primeira instituição federal de ensino superior voltada aos povos originários. A sede será em Brasília e haverá campi em diferentes regiões do país, com inauguração prevista para o próximo ano.
A Unind terá uma estrutura inicial com 10 cursos, 366 docentes e cerca de 2,8 mil alunos. Os objetivos incluem oferta de graduação e pós-graduação, pesquisa, extensão e valorização dos conhecimentos tradicionais.
Estrutura, objetivos e investimentos
O governo aponta que a criação da Unind, associada à atuação do Ministério dos Povos Indígenas, representa um marco nas políticas para povos originários. Lideranças indígenas ressaltam que a universidade traduz um sonho histórico.
O Ministério da Educação mencionou medidas para ampliar bolsas de permanência. Desde 2023, o programa aumentou de 4,3 mil para 9.917 bolsas previstas para 2026, com meta de assegurar bolsas para todos os estudantes indígenas até o fim do ano.
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