- Gabriel Mota, 23 anos, se matriculou no Núcleo de Empreendedorismo Juvenil (NEJ) em Belo Horizonte com o objetivo de aprender a abrir uma empresa.
- Ao longo do curso, percebeu que o empreendedorismo escolar ensina a liderar, gerir pessoas e criar soluções para problemas reais.
- Destacou-se na turma e, após a conclusão, foi contratado por uma startup de tecnologia, atuando como gestor de projetos.
- O NEJ oferece aulas, oficinas e mentorias para estudantes do ensino médio e técnico, com foco em empreendedorismo, inovação e liderança.
- A coordenadora Ana Paula Silva afirma que o objetivo é transformar a mentalidade dos jovens para o mercado de trabalho e para a vida; Gabriel segue estudando administração e participa de projetos sociais e de inovação.
Gabriel Mota, 23 anos, entrou no Núcleo de Empreendedorismo Juvenil (NEJ) em Belo Horizonte com a expectativa de aprender a abrir uma empresa. O objetivo inicial era montar uma loja de roupas, mas o curso desencadeou uma trajetória diferente.
Ao longo do programa, Gabriel passou a enfatizar habilidades de liderança, gestão de pessoas e solução de problemas reais. A experiência o levou a abandonar o foco estrito no negócio para desenvolver competências aplicáveis a diversas funções.
O NEJ oferece aulas, oficinas e mentorias para estudantes do ensino médio e técnico, com foco em empreendedorismo, inovação e liderança. A coordenadora Ana Paula Silva afirma que a missão é transformar mentalidades e preparar para o mercado e a vida.
Impactos do NEJ
Para Gabriel, o aprendizado foi uma virada crucial, revelando que a prática empreendedora envolve erros, acertos e autoconfiança. Hoje ele cursa administração na faculdade e atua como gestor de projetos em uma startup de tecnologia.
A trajetória do jovem mostra que o empreendedorismo escolar vai além de abrir empresas: estimula criatividade, autonomia e resolução de problemas. Os resultados aparecem como desenvolvimento de carreira e participação em projetos sociais.
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