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Engenharias registram crescimento de graduações em tecnologia impulsionado pela IA

Engenharias de tecnologia lideram notas de corte no Sisu 2026, com IA ampliando empregabilidade e oportunidades na área

José Padovani Gonzaga, 19, aluno do Colégio Bernoulli que quer ingressar no curso de engenharia de computação
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  • Graduações de tecnologia, como computação, software e eletrônica, estão entre as maiores notas de corte do Sisu 2026, impulsionadas pela inteligência artificial.
  • Estudantes veem na tecnologia a promessa de empregabilidade, como o caso de José Gonzaga, 19 anos, que escolheu engenharia de computação.
  • Profissionais dessas áreas ganham destaque com a transformação digital, aumentando a demanda por especialistas em IA e dados.
  • A engenharia de computação trabalha tanto com hardware quanto com software, já a engenharia de software foca na aplicação prática e nas necessidades das equipes e clientes.
  • Também existem ênfases em telecomunicações e eletrônica, com atuação em redes, dispositivos, automação e novos desenvolvimentos tecnológicos.

O interesse por graduações tecnológicas tem crescido, impulsionado pela ascensão da inteligência artificial e pela demanda do mercado. Cursos como computação, software e eletrônica aparecem entre as opções com notas de corte altas no Sisu 2026. O objetivo é entender o que se estuda e onde atuam esses profissionais.

A reportagem mostra jovens que escolhem engenharia pela perspectiva de empregabilidade e por interesses em exatas, nem sempre por vocação. O caso de José Gonzaga, 19, do Colégio Bernoulli, exemplifica dúvidas comuns sobre o cotidiano da profissão e as oportunidades de atuação no setor.

Além da estabilidade, cresce a curiosidade sobre o papel técnico dessas engenharias. Entrevistas com especialistas apontam transformação digital e IA como motores de adesão a esses cursos. O movimento é observado por entidades de classe, que veem demanda futura em diversas atividades industriais e de serviço.

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

  • Número de graduações no Sisu: 71
  • O que se aprende: nos dois primeiros anos, ciências básicas; depois, mescla software e hardware, com foco em programação, arquitetura de computadores e manutenção de sistemas.
  • O que faz: desenvolve sistemas computacionais, atuando no software e no hardware.
  • Profissões: suporte especializado, desenvolvimento de produtos tecnológicos e manutenção de hardware.

ENGENHARIA DE SOFTWARE / SISTEMAS

  • Número de graduações no Sisu: 24
  • O que se aprende: compreender diferentes realidades para traduzir demandas em programas, com foco na aplicação prática.
  • O que faz: desenvolve software a partir de infraestrutura existente, atendendo necessidades de clientes e equipes.
  • Profissões: desenvolvedor, analista de sistemas, gestor de projetos de TI, consultor de processos.

ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES

  • Número de graduações no Sisu: 11
  • O que se aprende: formação para sistemas de comunicação, com ênfase em redes 5G e nanotecnologia; aborda infraestrutura de dados e segurança.
  • O que faz: projeta e gerencia redes e dispositivos de comunicação, incluindo segurança cibernética.
  • Profissões: planejamento de projetos de comunicação, atuação em conectividade e segurança de redes.

ENGENHARIA ELETRÔNICA

  • Número de graduações no Sisu: 16
  • O que se aprende: circuitos, sistemas embarcados, robótica, controle industrial e nanotecnologia.
  • O que faz: desenvolve dispositivos que operam em baixa potência e tensão, como passos para celulares e computadores.
  • Profissões: design de circuitos, engenharia de automação e robótica, projetos para indústria e equipamentos médicos.

A referência de instituições como UFMG, USP e Unesp indica que as engenharias voltadas a IA e semicondutores estão ganhando espaço curricular. Pesquisas indicam que o engenheiro moderno atua na interface entre hardware e software, com papel estratégico na transformação tecnológica.

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