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Reitor da USP aponta preocupação real com a universidade

Reitor da USP aponta risco de queda no orçamento com reforma tributária que substitui ICMS por IBS, afetando repasses ao ensino público paulista

Atual reitor da USP fala sobre preocupação com o orçamento da universidade
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  • O reitor da USP, Aluisio Augusto Cotrim Salgado, afirma que existe preocupação real com o orçamento da instituição diante da reforma tributária.
  • O Cruesp retomou grupo de trabalho sobre a reforma tributária, que substitui o ICMS pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • O objetivo é manter o repasse às universidades estaduais paulistas com previsibilidade de financiamento.
  • A decisão sobre o novo modelo caberá à Assembleia Legislativa.
  • O orçamento da USP para 2026 é de R$ 9,41 bilhões, sendo R$ 8,38 bilhões no Orçamento Geral da USP e R$ 1,03 bilhão para a dotação da SPPrev.

O reitor da USP expressou preocupação com o impacto da reforma tributária sobre o financiamento da universidade e de outras estaduais paulistas. O alerta ganhou consistência após o Cruesp retomar um grupo de trabalho para acompanhar o tema. A ideia é preservar a sustentabilidade financeira das instituições.

A reforma contempla a extinção do ICMS como base de financiamento e a substituição pelo IBS. O objetivo é manter repasses estáveis às estaduais, com previsibilidade de aporte. A prioridade é assegurar que as universidades continuem a receber recursos de forma contínua.

USP: orçamento em 2026

Para 2026, a USP projeta um orçamento de 9,41 bilhões de reais, com 8,38 bilhões destinados ao Orçamento Geral da USP e 1,03 bilhão para a dotação da SPPrev. A decisão sobre o novo modelo cabe à Assembleia Legislativa.

Reitor explica cautela

O reitor enfatiza que recursos futuros devem manter o mesmo nível de financiamento para evitar atrasos ou interrupções em pesquisas de grande impacto. A manutenção do modelo atual, com previsibilidade de repasses, é apontada como essencial.

Desdobramentos

A tramitação da reforma e a transição entre ICMS e IBS devem definir como serão calculados os repasses às universidades. A Secretaria da Fazenda e o Conselho de Reitores acompanhariam os impactos, buscando ajustes que preservem o funcionamento institucional.

Contexto institucional

Além da USP, diversas universidades estaduais dependem de parcelas do ICMS para o seu orçamento. A preocupação é reduzir a incerteza financeira diante de mudanças tributárias que afetem o financiamento público da educação superior.

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