- Google lança o projeto Experience AI no Brasil, com foco no uso ético e responsável de IA entre jovens.
- O investimento é de US$ 1 milhão (equivalente a cinco milhões de reais) e envolve colaboração com professores e estudantes de todo o país.
- O currículo foi desenvolvido originalmente em Londres e será adaptado para o contexto brasileiro em língua portuguesa, com o professor como figura central.
- A implementação contará com a parceria da Raspberry Pi Foundation, de uma organização sem fins lucrativos local e do Google.org.
- A executiva Lila Ibrahim, Chief AI Readiness Officer da Google DeepMind, destacou a importância de questionar a tecnologia de forma crítica e promover responsabilidade desde o início.
O Google anunciou o lançamento do projeto Experience AI no Brasil, com objetivo de promover uso ético e responsável da inteligência artificial entre jovens. A iniciativa prevê investimento de US$ 1 milhão (aproximadamente cinco milhões de reais) e será desenvolvida em parceria com docentes e estudantes de todo o país.
A divulgação ocorreu em entrevista à CNN, com a participação de Lila Ibrahim,Chief AI Readiness Officer da Google DeepMind. A executiva destacou a atuação brasileira no campo da IA, incluindo equipes de pesquisa sediadas em São Paulo.
O programa não se restringe a conteúdos técnicos. O foco é estimular questionamento crítico sobre a origem dos dados, critérios de confiabilidade e aplicação ética da IA, buscando formar cidadãos com habilidades de aprendizagem e responsabilidade no uso da tecnologia. O conteúdo será adaptado ao contexto local em língua portuguesa, mantendo o professor como figura central.
Parcerias e implementação
A implementação conta com a Raspberry Pi Foundation para o desenvolvimento do currículo e com uma organização sem fins lucrativos local que apoiará a execução, além de integrar o conjunto de parceiros do Google.org. Professores e facilitadores terão papel essencial no sucesso do projeto.
A iniciativa enfatiza que o currículo nasceu em Londres, com foco em comunidades vulneráveis, e foi concebido para ter alcance global desde o início. A adaptação brasileira considera aspectos socioeconômicos e éticos, mantendo o conteúdo técnico aliás aliado a perspectivas sociais.
Entre na conversa da comunidade