- Jair Ribeiro, fundador do Parceiros da Educação e da Proz Educação, afirma que a IA pode transformar o mercado de trabalho e funcionar como nivelador entre profissionais de diferentes níveis de proficiência.
- O potencial da IA depende de jovens dominarem competências básicas, como linguagem e matemática, para que a tecnologia seja efetiva.
- Ribeiro diz que a IA pode auxiliar docentes na elaboração de planos de aprendizado personalizados e recomenda que o setor público incentive o uso da ferramenta na educação básica.
- O especialista defende a recomposição da aprendizagem de milhões de estudantes e aponta projetos já testados que poderiam receber apoio financeiro do governo para ampliar resultados.
- Ele sugere ampliar escolas de tempo integral, questiona a eficácia do programa Pé-de-Meia e cobra revisão de prioridades educacionais, com maior atuação do Ministério da Educação e foco em aprofundar a Base Nacional Comum Curricular.
O fundador do Parceiros da Educação e da Proz Educação, Jair Ribeiro, afirma que a inteligência artificial pode reduzir desigualdades de desempenho entre profissionais, atuando como nivelador. O tom de preocupação é que o potencial só se realize se jovens dominarem competências básicas.
Ribeiro aponta que a IA estará presente em diversas atividades, inclusive no ensino, ajudando docentes a criar planos de aprendizado personalizados. O governo federal seria responsável por induzir o uso da ferramenta em diferentes níveis da educação básica.
Para enfrentar a defasagem educacional, o especialista defende a recomposição da aprendizagem de milhões de estudantes e aponta iniciativas já testadas que poderiam ser ampliadas, com apoio financeiro.
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Desafios e propostas para a educação básica
O fundador reforça a necessidade de ampliar escolas de tempo integral e questiona a efetividade do programa Pé-de-Meia, sugerindo redirecionar recursos para ampliar o ensino integral. Segundo ele, há evidências insuficientes de resultados do Pé-de-Meia.
Ribeiro também pede revisão de prioridades educacionais e maior atuação do Ministério da Educação. Ele critica a Base Nacional Comum Curricular por cobrir conteúdos sem aprofundamento e defende um processo de priorização curricular liderado pela pasta, com início já estimulado por alguns estados.
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