- O Conselho de Graduação da USP aprovou ajustes no calendário dos cursos de graduação na sessão de 18 de junho.
- O primeiro semestre termina em 31 de julho e o segundo semestre tem início previsto para 3 de agosto, em função da paralisação estudantil entre abril e junho.
- Não é obrigatória a realização de aulas em julho; as Comissões de Graduação podem usar esse período para atividades didáticas conforme necessidade de cada curso.
- O início do segundo semestre permanece em 3 de agosto para preservar a previsibilidade de matrículas, disciplinas e estágios já programados.
- O pró-reitor Marcos Garcia Neira afirma que houve diálogo com as unidades e que será feito ajuste no sistema Jupiter para atender as demandas específicas de cada curso.
O Conselho de Graduação da USP aprovou ajustes no calendário escolar dos cursos de graduação na sessão realizada em 18 de junho. O primeiro semestre terminará em 31 de julho, e o início do segundo semestre está previsto para 3 de agosto. A mudança ocorreu em função da paralisação estudantil que aconteceu entre abril e junho.
A decisão busca assegurar a conclusão adequada das atividades acadêmicas do primeiro semestre, mantendo a organização da universidade e a previsibilidade do início do segundo semestre. A medida não obriga aulas em julho, mas permite que as Comissões de Graduação utilizem esse período, se necessário, para atividades didáticas.
Segundo o pró-reitor de Graduação, Marcos Garcia Neira, a paralisação teve duração desigual entre as Unidades de Ensino e Pesquisa, com algumas mantendo atividades contínuas. O objetivo é adaptar o calendário às necessidades de cada curso sem comprometer o planejamento institucional.
O segundo semestre continua marcado para 3 de agosto, para evitar impactos em matrículas, ofertas de disciplinas e estágios já programados. O ajuste envolve ainda revisões no sistema Jupiter, para acolher as particularidades dos cursos conforme as demandas das Comissões de Graduação.
Paulo Sano, pró-reitor adjunto de Graduação, aponta que a proposta foi construída em diálogo com as Unidades que retomaram atividades em junho. As comissões das escolas devem ampliar a compatibilidade entre diretrizes gerais e especificidades de cada curso.
As Comissões de Graduação e as Comissões Coordenadoras de Curso terão papel central na implementação, buscando alternativas para a retomada das atividades didáticas e a mitigação de impactos da paralisação. A coordenação entre unidades prevê ajustes contínuos no calendário conforme necessidade.
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