- A gestão compartilhada em escolas particulares, iniciada no Liceu Coração de Jesus, em são paulo, avança como modelo para ampliar vagas e melhorar a qualidade do ensino.
- A prefeitura utiliza instituições filantrópicas ou religiosas sem fins lucrativos, convertendo vagas privadas em serviço público e pagando apenas docentes, funcionários e manutenção.
- O custo por estudante passa a ser menor do que o investimento necessário para abrir uma unidade do zero, acelerando a abertura de matrículas.
- Estudantes da rede municipal passam a estudar gratuitamente no espaço, com uniforme e calendário semelhantes aos das demais escolas, através de georreferenciamento para atender a região.
- Avaliações oficiais indicam que turmas com gestão compartilhada tiveram notas acima da média da rede municipal, o que pode levar a expansão do programa para outras instituições.
O poder público de São Paulo passou a adotar a gestão compartilhada na educação, usando o Liceu Coração de Jesus, no centro da cidade, como referência. A prefeitura converte vagas de uma instituição privada em serviço público, ampliando vagas e qualidade. A mudança veio para acelerar o atendimento sem obras ou compras de terrenos.
A estratégia envolve convênios com instituições filantrópicas ou religiosas sem fins lucrativos, sem lucro para empresas. Os repasses destinam-se a professores, funcionários e à manutenção das escolas.
No Liceu, o colégio centenário que quase fecharia as portas, centenas de alunos passaram a estudar gratuitamente. Os estudantes utilizam o uniforme, o calendário é o da rede municipal e o ingresso ocorre por georreferenciamento.
Além do viés financeiro, há impactos pedagógicos. Avaliações do IDEP apontam notas das turmas em gestão compartilhada acima da média da rede municipal, o que pode levar a novas parcerias com outras instituições.
De acordo com a assessoria, a Secretaria Municipal de Educação avalia ampliar a iniciativa para outras escolas, mantendo o modelo sem lucro e com foco na universalização das vagas.
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