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Universitários levam teoria à ação social para crianças no DF

Estudantes da FGV transformam teoria em prática no DF, mobilizam voluntários, captam recursos e geram doadores mensais para o Instituto Nosso Lar

A iniciativa, batizada de Projeto Orlando, foi desenvolvida ao longo do semestre como parte da disciplina Desenvolvimento Humano e Equipes de Alta Performance - (crédito: Material cedido ao Correio)
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  • Alunos da Fundação Getulio Vargas (FGV) em Administração Pública e Administração de Empresas realizaram uma ação social no Instituto Nosso Lar, no Núcleo Bandeirante, no sábado, 20 de junho, mobilizando voluntários, recursos e doadores mensais.
  • O projeto Orlando foi desenvolvido na disciplina Desenvolvimento Humano e Equipes de Alta Performance para aplicar liderança, gestão de equipes, captação de recursos e resolução de problemas na prática.
  • O grupo optou por representar a ideia com o tema Orlando, cidade da Flórida, voltado para crianças, e o Instituto Nosso Lar abriu as portas para a integração com as crianças.
  • Na programação, houve atividades como futebol, pega, pintura de rosto, pula-pula e escorregador inflável, além de alimentação; 29 das 31 crianças acolhidas participaram.
  • A maior dificuldade foi captar recursos e voluntários; o projeto gerou doadores mensais para o instituto e parte do dinheiro arrecadado foi destinado à compra de produtos de higiene. Nenhuma nova ação está programada, mas estudantes consideram participar de iniciativas semelhantes no futuro.

Os estudantes dos cursos de Administração Pública e Administração de Empresas da FGV EPPG colocaram em prática o que aprenderam em sala de aula. No sábado, 20/6, eles realizaram uma ação social no Instituto Nosso Lar, no Núcleo Bandeirante (DF), reunindo voluntários e arrecadando recursos.

A iniciativa chamada Projeto Orlando surgiu ao longo do semestre, durante a disciplina Desenvolvimento Humano e Equipes de Alta Performance, sob a coordenação do professor Marcos Aurélio Batista. O objetivo foi aplicar liderança, gestão de equipes, captação de recursos e resolução de problemas na prática.

A equipe, formada por alunos de ambos os cursos, escolheu representar uma cidade que simbolizasse o propósito do projeto. O grupo decidiu pela temática relacionada a crianças, associando o nome Orlando, referência a Orlando, na Flórida, famosa por parques temáticos.

Receptividade e organização

Os estudantes entraram em contato com abrigos no DF e o Instituto Nosso Lar foi o primeiro a responder. A equipe destacou a abertura da instituição e a prioridade dada às crianças como fatores decisivos para a realização do projeto.

No dia da ação, a manhã foi dedicada à montagem da estrutura e a tarde teve programação com atividades físicas e lúdicas. Houve futebol, pique-pega, corda, bambolê e pintura de rosto, além de pula-pula e escorregador inflável.

A organização contou com apoio de parceiros locais, incluindo a distribuição de cachorro-quente, pipoca e refrigerante. Uma parceria com o McDonald’s assegurou hambúrgueres para as crianças, e, ao fim, cada integrante levou uma lembrança com doces.

Desafios, impacto e legado

Entre os desafios estão a captação de recursos e a mobilização de voluntários para um sábado inteiro de atividades. A equipe ressaltou que tornar a ideia prática exigiu ajustes frequentes no planejamento.

Ao final, a instituição recebeu doações mensais de apoiadores criados durante a busca por patrocínio. O dinheiro não utilizado na ação foi destinado à compra de itens de higiene, conforme as necessidades apontadas pela diretoria.

Para Isis Godoy, a experiência teve grande impacto na formação pessoal dos estudantes, mostrando o efeito positivo de uma ação universitária na vida de crianças atendidas pelo instituto.

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