- Mariana Goldfarb, de 35 anos, protagoniza campanha do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre violência contra mulheres, nesta quinta-feira (4).
- Em vídeo, a modelo descreve um relacionamento abusivo centrado na violência psicológica, isolamento social e dependência, sem mencionar agressões físicas.
- Ela afirma que a violência psicológica não deixa marcas visíveis e cita consequências como queda de cabelo, tremores, anorexia e falta de apetite.
- O relato aborda manipulações, isolamento de amigos e família, dificuldade de sair da relação e a sensação de perder a identidade.
- Ao final, incentivou outras mulheres a buscar caminhos para sair do abuso, destacando sinais que não devem ser normalizados, como agressões, controle e tratamento de silêncio.
Mariana Goldfarb, modelo brasileira de 35 anos, participou de uma campanha do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre violência contra mulheres nesta quinta-feira, 4. Em vídeo divulgado pela instituição, ela compartilhou detalhes de um relacionamento abusivo que viveu, com foco na violência psicológica.
O relato de Goldfarb aponta para manipulação emocional, isolamento social e queda de autoestima. Segundo ela, a violência não deixa marcas visíveis, mas teve impactos reais no corpo, como queda de cabelo, tremores, anorexia e alterações no apetite.
Ela descreveu ainda a pressão para manter o relacionamento, o esforço constante para que o dia terminasse de forma aceitável e a dificuldade de sair da relação. A dependência emocional dificultou a decisão de romper, segundo o que relatou.
A modelo destacou o isolamento como um dos aspectos centrais do abuso, citando o afastamento de amigos e familiares como forma de facilitar a manipulação. A dificuldade de buscar ajuda e o julgamento social foram outros pontos mencionados.
Goldfarb também enfatizou que a saída é possível e que relacionamentos saudáveis existem. Ela pediu que mulheres reconheçam os sinais de abuso e que busquem caminhos para se libertar, ressaltando a importância da própria vida como prioridade.
Em sua fala, a modelo abordou sinais de violência que não devem ser normalizados, como agressões físicas, gritos, comportamento controlador e tentativas de rebaixamento da mulher. A campanha visa esclarecer esses comportamentos e incentivar a busca por apoio.
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