- Uma ex-funcionária de limpeza acusada de assédio sexual nega ser a mulher flagrada em vídeo de arrombamento de unidade de armazenamento do músico Smokey Robinson no sul da Califórnia, em 22 de novembro.
- O casal Robinson afirma que a suspeita, identificada como Jane Doe 4, acessou a unidade sem permissão e levou caixas; o circuito mostra trecho do furto, segundo o advogado da família.
- A juíza Kevin C. Brazile não autorizou a liminar de restrição solicitada; ele pediu aguardar a investigação policial.
- A ex-funcionária também é uma das quatro acionistas que acusam Robinson de assédio sexual, estupro e ambiente de trabalho hostil; o músico nega as acusações e processa por difamação e abuso de idosos.
- A polícia de Los Angeles investiga o caso; o relatório policial aponta que o material avaliado tinha valor de cerca de US$ 3.300.
Um novo capítulo surge na investigação envolvendo Smokey Robinson. Uma ex-funcionária, identificada em registros judiciais como Jane Doe 4, é alvo de uma denúncia de arrombamento em uma unidade de armazenamento na Califórnia. A ocorrência ocorreu no fim de novembro.
Segundo o documento, a vítima teria acesso não autorizado à unidade e levado diversas caixas. Vídeo de vigilância, apresentado de forma parcial em audiência, é usado para embasar a alegação. A defesa nega a participação da ex-funcionária.
A audiência, realizada em Los Angeles, tratou ainda da possibilidade de uma ordem de restrição de emergência. O juiz decidiu não conceder a liminar, justamente para aguardar investigações policiais em andamento.
Nova denúncia de arrombamento
Freda Frances, mulher de Smokey Robinson, afirmou ter reconhecido Jane Doe 4 no vídeo. O material mostra, segundo ela, a passagem entre a unidade e as caixas levadas. Trabalhadores da instalação relataram ao menos quatro itens subtraídos, avaliados em 3.300 dólares.
A polícia de Los Angeles mantém a investigação em andamento para esclarecer as circunstâncias do suposto arrombamento. A defesa da ex-funcionária sustenta que o vídeo pode ser utilizado de forma inadequada ou manipulada, enquanto o processo segue sem conclusões.
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