- Joseph Byrd, líder da banda pioneira de rock psicodélico United States of America, morreu em novembro aos 87 anos em Medford, Oregon; a causa da morte não foi divulgada.
- A família informou ao Los Angeles Times, conforme o New York Times, após submeter o obituário à publicação.
- Nascido em Louisville e criado em Tucson, Byrd estudou com John Cage e LaMonte Young, participou do movimento Fluxus e teve a primeira performance ao vivo na casa de Yoko Ono, em Nova York.
- Mudou-se para Los Angeles com a então namorada Dorothy Moskowitz, ingressou no programa de musicologia da UCLA, fundou o New Music Workshop e, com Moskowitz, criou a United States of America.
- O grupo lançou um álbum homônimo em 1968, hoje visto como inovador, mas não comercialmente bem-sucedido; Byrd também lançou The American Metaphysical Circus (1969) e Yankee Transcendoodle (1976), este último reimaginando música patriótica com sintetizador.
Joseph Byrd, líder da banda pioneira de rock psicodélico The United States of America, morreu em novembro aos 87 anos, em Medford, Oregon. A causa da morte não foi divulgada.
Nascido em Louisville, Kentucky, e criado em Tucson, Arizona, Byrd estudou com John Cage e La Monte Young e integrou o movimento Fluxus. Sua primeira performance ao vivo ocorreu na casa de Yoko Ono, em Nova York.
Depois mudou-se para Los Angeles, formou o New Music Workshop e, com Dorothy Moskowitz, fundou a banda UNITED STATES OF AMERICA. O grupo lançou um álbum homônimo em 1968, hoje visto como inovador, apesar de não ter sido sucesso comercial.
Trajetória
O disco de 1968 ficou marcado pela fusão de elementos de folk americano, ambiência experimental e psicodelia. Byrd seguiu explorando a síntese sonora e o vocoder em trabalhos posteriores.
Em 1969 lançou The American Metaphysical Circus, precursor de uso de sintetizador na sua música. Ele colaborou com Phil Ochs e tornou-se professor de música americana na Cal State Fullerton.
Legado
Em 1976, Byrd lançou Yankee Transcendoodle, álbum que reinterpreta temas patrióticos com timbres eletrônicos. A obra é lembrada pela criticidade com humor e pela visão experimental que marcou sua carreira.
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