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Copiloto baleado na Operação Torniquete recebe alta no RJ

Copiloto de helicóptero da Polícia Civil recebe alta após nove meses de internação, inicia fase de reabilitação no Rio de Janeiro

Felipe recebeu alta após nove meses internado
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  • Felipe Marques Monteiro, copiloto de helicóptero da Polícia Civil do Rio, recebeu alta hoje por volta de 15h, após nove meses internado no Hospital São Lucas Copacabana.
  • Ele levou tiro na cabeça durante a Operação Torniquete e passa agora pela fase de reabilitação.
  • A operação promoveu tiroteios e barricadas em chamas; um policial foi baleado durante a ação.
  • O líder da quadrilha especializada em roubos de vans foi preso na Vila Aliança, Rio de Janeiro.
  • A investigação aponta que o grupo causou prejuízo superior a R$ 5 milhões ao transporte turístico do estado em 2024, com atuação bem organizada.

Foi divulgado que Felipe Marques Monteiro, copiloto de um helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro, recebeu alta hoje (15), por volta de 15h, após nove meses internado no Hospital São Lucas Copacabana, na capital fluminense.

Monteiro foi atingido por um tiro na cabeça durante uma ação ligada à Operação Torniquete. A internação ocorreu na mesma unidade de saúde onde segue em tratamento.

Status da recuperação e próximos passos

De acordo com o médico Renato Ribeiro, responsável pelos cuidados, o policial passa agora pela fase de reabilitação. A alta encerra um longo período de tratamento e indicações de terapia para recuperação parcial de funções.

A operação que resultou no tiro envolveu uma nova fase da Operação Torniquete, realizada pela Polícia Civil do RJ. Houve tiroteios intensos e barricadas em chamas, conforme relatos de moradores da região.

Desdobramentos da investigação

A ação resultou na prisão do líder de uma quadrilha especializada em roubo de vans, localizada na Vila Aliança, zona oeste do Rio de Janeiro. O grupo era monitorado por meio de conversas que indicavam alvos, negociação de veículos e o desmonte para venda de peças.

Segundo a Polícia Civil, o criminoso não teve identidade divulgada, mas o grupo causou prejuízo estimado superior a R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico no estado em 2024. As investigações apontam que a quadrilha era estruturada, com funções de batedores, roubadores, receptadores e desmanchadores.

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